terça-feira, 11 de junho de 2013

Forbes relaciona Veja a Carlinhos Cachoeira

Por não estar contaminada pelo compadrio da imprensa tupiniquim, a Revista Forbes fugiu do elogio fácil e relembrou o evolvimento da Revista Veja com o escabroso caso Carlinhos Cachoeira. De longe talvez seja mais fácil enxergar. Mas, quem sabe, as pessoas se iluminem também por aqui.

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Morte de Civita: Forbes cita que Veja se envolveu em corrupção no caso Cachoeira

Em matéria sobre a morte de Roberto Civita publicada nessa segunda-feira, 27, o site da revista Forbes relacionou a Veja, fundada pelo executivo da Abril, com o caso Carlinhos Cachoeira. A versão online da publicação americana informa que um editores do semanário brasileiro foi um dos primeiros intimados a depor durante a investigação que envolvia lavagem de dinheiro e jogos de azar em Goiás.
"Mais recentemente, Veja se envolveu em corrupção e num esquema de lavagem de dinheiro, que resultou na prisão em fevereiro de 2012 de Carlos Augusto Ramos, mais conhecido como Carlinhos Cachoeira", publicou o site da Forbes.
Morte de Roberto Civita repercutiu na imprensa internacional (Imagem: Ivan Pacheco)
Além de resgatar a trajetória de Civita no comando do grupo de mídia, a reportagem abordou a importância de Veja, maior revista do Brasil, nos fatos contemporâneos. A Forbes indica que foi uma matéria da publicação, em 2005, que deu início ao escândalo do mensalão. Apesar da grande tiragem, o veículo também foi apontado como um dos mais odiados no país, “devido ao conteúdo de direita e clara oposição ao governo petista”.
“Ironicamente, foi durante o governo do Partido dos Trabalhadores que Abril experimentou seu maior crescimento econômico”, diz o texto da Forbes - assinado pelo colaborador Anderson Antunes. Roberto Civita e sua família foram listados pela primeira vez na lista de bilionários do mundo da revista americana no início deste ano. O patrimônio líquido foi estimado em US $ 4,9 bilhões.
De acordo com a Forbes, o legado de Civita está sintetizado em uma frase que costumava dizer: "quanto mais independente do governo, maior a contribuição da imprensa e da livre iniciativa para o seu desenvolvimento. O leitor é o único responsável pelas coisas".
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