Geddel era "insuportável" na escola, revelou Renato Russo
Estudantes do Colégio Marista de Brasília na década de 1970, o líder da Legião Urbana, Renato Russo, e o atual secretário de Governo de Temer, Geddel Vieira Lima, não se davam bem. Um gostava de estudar. O outro, não. Mas engana-se quem pensa que o roqueiro era o rebelde dos estudos. Pelo contrário, Renato gostava de estudar e não admitia, nos trabalhos em grupo, carregar alguém nas costas. Já Geddel...
Dono de um Opala e piadista de primeira hora, o agora ministro já dizia que queria ser político e não era muito afeito às tarefas escolares. "Ele é in-su-por-tável", disse Renato a uma amiga, sobre a possibilidade de Geddel fazer um trabalho com o grupo.
As revelações estão na biografia do músico, "Renato Russo: O Filho da Revolução", de Carlos Marcelo.
Você pode ler mais sobre o assunto aqui.
Sérgio Moro e Rodrigo Chemim fazem palestra em Curitiba
![]() |
| Moro fala sobre corrupção (F: Alessandro Dantas/Jornal Grande Bahia) |
O
juiz federal Sérgio Moro e o procurador de justiça Rodrigo Chemim
apresentarão palestra em Curitiba, na próxima quarta-feira (23), no
Teatro Positivo, às 20 horas, sobre a corrupção sistêmica do país,
durante o lançamento do livro "Operação Mãos Limpas", que ganhou versão
em português pela Citadel Editora. O evento, que levará ao público o
olhar sobre a realidade da investigação no Brasil, terá como tema "O
enfrentamento da corrupção sistêmica a partir do exemplo da obra
Operação Mãos Limpas".
![]() |
| Rodrigo Chemin é um dos palestrantes (F: Divulgação) |
A
palestra tem como base o livro "Operação Mãos Limpas", que fala sobre a
operação italiana que inspirou a "Lava Jato", dos autores Gianni
Barbacetto, Peter Gomes e Marco Travaglio.
Valores dos
ingressos para a palestra: Plateia Laranja Superior R$ 48 a meia-entrada e R$
88 a inteira. / Plateia Verde Inferior R$ 78 a meia-entrada e R$ 148 a
inteira.
Informações e ingressos: 41 3315-0808 ou pelo site do Disk Ingressos (http://bit.ly/ IngressosSergioMoro)
O livro estará à venda no local.
Da Assessoria
Eleitores de Bolsonaro se revoltam com tentantiva de aprovar aposentadoria vitalícia para parlamentares
O vereador Carlos Bolsonaro (PP) provocou a ira de boa parte de seus eleitores ao aparecer como um dos apoiadores do projeto de lei da Câmara dos Vereadores do Rio de Janeiro que concede aposentadoria vitalícia para parlamentares que tiverem ao menos três mandatos.
A intenção dos vereadores era aprovar a proposta na surdina, mas, assim que o tema ganhou a mídia, muitos se apressaram em se explicar. Defensor ferrenho da moralidade pública em público, nos bastidores, Carlos Bolsonaro era um dos vários apoiadores do projeto. Ao ser desmascarado, o parlamentar justificou seu apoiamento à proposta como uma atitude corriqueira no Legislativo.
É uma meia mentira. Realmente, a prática de colher assinaturas de apoio a propostas em início de tramitação é comum. Porém, ninguém é obrigado regimentalmente e nem mesmo moralmente de assinar uma proposta, ou seja, admitir a discussão de um projeto com o qual não concorda. A explicação é vazia.
O fato de vereadores de partidos de esquerda também aparecerem como apoiadores igualmente não isenta ninguém de ter concordado com a ideia inicial.
Apesar das tentativas de explicação, que incluíram um vídeo gravado pelo pai Jair Bolsonaro (PP-RJ), sempre com o argumento falho e risível de que tentam desqualificar os combatentes anticorrupção, como se isso desfizesse num passe de mágica as atitudes condenáveis que toma, Carlos não conseguiu aplacar a ira de alguns fãs.
"Te orienta, moleque. Quis enfiar mais essa na conta do povo, quando deu merda, voltou atrás e agora chama o mito pra limpar tua imagem. Isso só mostra que quando se trata de dinheiro, eles são tudo farinha do mesmo saco. DECEPÇÃO. O rio de janeiro sofrendo com todas as mazelas imagináveis, e o senhor querendo pensão vitalícia. DECEPÇÃO.", escreveu um dos internautas na fanpage do vereador no Facebook.
"Carlos, votei em você, mas não achei legal ter seu nome lá nessa lei ridícula que graças a Deus foi vetado. A gente não votou em você pra isso. Beijos", postou uma fã.
"Acho bom explicar mesmo, pq tá muito estranha essa história... afinal, você deve sim explicações. Seus eleitores não são esquerdopatas que são cegos em relação aos seus "gurus" políticos... afinal um Bolsonaro não seria coautor de um projeto de liberação do aborto, ou estou errado!?", questionou outro.
"Para alguém que defende a redução do Estado e dos gastos públicos, não deveria aceitar a admissibilidade de uma ação plenária com este tema. No lugar de tentar arrumar desculpas para seu eleitor como eu, deveria dizer arrependido de ter assinado essa bosta para votação e pedir desculpas.", escreveu mais um dos milhares de eleitores arrependidos.
O projeto, após denunciado, acabou rejeitado pela Câmara.
A intenção dos vereadores era aprovar a proposta na surdina, mas, assim que o tema ganhou a mídia, muitos se apressaram em se explicar. Defensor ferrenho da moralidade pública em público, nos bastidores, Carlos Bolsonaro era um dos vários apoiadores do projeto. Ao ser desmascarado, o parlamentar justificou seu apoiamento à proposta como uma atitude corriqueira no Legislativo.
É uma meia mentira. Realmente, a prática de colher assinaturas de apoio a propostas em início de tramitação é comum. Porém, ninguém é obrigado regimentalmente e nem mesmo moralmente de assinar uma proposta, ou seja, admitir a discussão de um projeto com o qual não concorda. A explicação é vazia.
O fato de vereadores de partidos de esquerda também aparecerem como apoiadores igualmente não isenta ninguém de ter concordado com a ideia inicial.
Apesar das tentativas de explicação, que incluíram um vídeo gravado pelo pai Jair Bolsonaro (PP-RJ), sempre com o argumento falho e risível de que tentam desqualificar os combatentes anticorrupção, como se isso desfizesse num passe de mágica as atitudes condenáveis que toma, Carlos não conseguiu aplacar a ira de alguns fãs.
"Te orienta, moleque. Quis enfiar mais essa na conta do povo, quando deu merda, voltou atrás e agora chama o mito pra limpar tua imagem. Isso só mostra que quando se trata de dinheiro, eles são tudo farinha do mesmo saco. DECEPÇÃO. O rio de janeiro sofrendo com todas as mazelas imagináveis, e o senhor querendo pensão vitalícia. DECEPÇÃO.", escreveu um dos internautas na fanpage do vereador no Facebook.
"Carlos, votei em você, mas não achei legal ter seu nome lá nessa lei ridícula que graças a Deus foi vetado. A gente não votou em você pra isso. Beijos", postou uma fã.
"Acho bom explicar mesmo, pq tá muito estranha essa história... afinal, você deve sim explicações. Seus eleitores não são esquerdopatas que são cegos em relação aos seus "gurus" políticos... afinal um Bolsonaro não seria coautor de um projeto de liberação do aborto, ou estou errado!?", questionou outro.
"Para alguém que defende a redução do Estado e dos gastos públicos, não deveria aceitar a admissibilidade de uma ação plenária com este tema. No lugar de tentar arrumar desculpas para seu eleitor como eu, deveria dizer arrependido de ter assinado essa bosta para votação e pedir desculpas.", escreveu mais um dos milhares de eleitores arrependidos.
O projeto, após denunciado, acabou rejeitado pela Câmara.
Para tudo: João Gordo virou vegano
![]() |
| João Gordo: vegetariano há 15 anos (F: Divulgação) |
Aos 52 anos e depois de vários problemas de saúde devido ao peso e à vida desregrada, João Gordo, que é vegetariano há 13 anos, agora tenta também o veganismo. "Depois de tantos anos de vegetarianismo e correr atrás de informação, acho que é normal virar o vegano. A consciência fica pesada e você não pode dar as costas a tanto sofrimento animal", explica.
Há "dois ou três anos tentando o veganismo", João Gordo explica, porém, que a mudança radical também provocou problemas no início: "No começo fiquei anêmico, falta de B12, mas reponho com remédios, e embora eu seja obeso minha pressão é super baixa e meu colesterol é perfeito. Tenho problemas de saúde por ter tido uma vida desregrada, mas pode ter certeza que se não fosse o vegetarianismo, minha esposa e filhos eu não estaria aqui hoje", afirma.
Segundo a SVB, já há no Brasil cerca de 5 milhões de veganos e 15 milhões de vegetarianos, dados do Ibope.






