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quinta-feira, 10 de junho de 2021

Rogério Cruz recebe vacina contra covid-19

Cruz é vacinado na UPA Jd. América (F: Jackson Rodrigues)
O prefeito Rogério Cruz (Republicanos) tomou hoje a primeira dose da vacina Pfizer contra a covid-19. Acompanhado da primeira-dama, Telma Cruz, e do secretário municipal de Saúde, Durval Pedroso, Rogério recebeu o imunizante na UPA do Jardim América após agendamento pelo aplicativo Prefeitura 24 Horas. Ele tem 54 anos. A prefeitura de Goiânia começou a vacinar esta semana a população em geral com idade superior a 52 anos. 

Goiânia já vacinou 448.514 com a primeira dose e 213.154, totalizando 14,1% da população totalmente imunizada.

quinta-feira, 13 de maio de 2021

Promulgada lei que permite distribuição de maconha medicinal em Goiânia

Município será obrigado a fornecer medicamento
O Diário Oficial de Goiânia trouxe, na edição do dia 29 de abril, a Lei 10.611, de 14 de abril de 2021. Promulgada pelo presidente da Câmara Municipal da capital, Romário Policarpo (Patriota), ela estabelece política pública e distribuição de maconha medicinal na capital. A Associação Brasileira de Tratamento e Apoio à Pesquisa da Cannabis Medicinal, denominada Associação Curando Ivo também foi uma das responsáveis pela luta de pacientes que necessitam da cannabis para se tratarem.

A promulgação da nova legislação foi possível após os vereadores terem derrubado veto total do ex-prefeito Iris Rezende (MDB) em votação no dia 7 de abril. Foram 22 votos favoráveis ao relatório da ex-vereadora Dra. Cristina (PL), que na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), ainda no ano passado, deu parecer pela retirada do veto.

De autoria do vereador Lucas Kitão (PSL), a nova legislação determina distribuição gratuita de medicamentos prescritos a base da planta inteira ou isolada, que contenha em sua fórmula as substâncias Canabidiol (CBD) e/ou Tetrahidrocanabinol (THC). A distribuição será feita nas unidades de saúde pública municipal e privada ou conveniada ao Sistema Único de Saúde – SUS no âmbito do Município de Goiânia.

Goiânia ultrapassa a marca de 500 mil doses de vacina aplicadas

Nesta quarta-feira (12), Goiânia vacinou mais 7.712 pessoas contra a Covid-19 e chegou a marca de meio milhão (504.481) de doses aplicadas. Do total, 317.949 pessoas receberam a primeira dose, 21% da população geral, e 186.519 tomaram a segunda dose, representando 12,3% da população. O número de doses aplicadas em pessoas com comorbidades chega a 25.615. 

Confira o Balanço da Vacinação em Goiânia 

Município segue vacinando comorbidades (F: Jucimar Sousa)

Primeira Dose

- Trabalhadores da Saúde: 84.624
- Segurança e Salvamento: 7.144
- Pessoa com comorbidades: 25.620
- Idosos institucionalizados: 831
- Idosos acamados: 3.309
- Demais idosos (a partir de 60 anos): 196.426
- Total de idosos: 200.566

Total Primeira Dose: 317.954

Segunda Dose

- Trabalhadores da Saúde: 57.142
- Segurança e Salvamento: 1.271
- Idosos institucionalizados: 789
- Idosos acamados: 2.883
- Demais idosos (a partir de 64 anos): 124.429
- Total de idosos: 128.101

Total Segunda Dose: 186.514

Total geral da vacinação: 504.468

Porcentagem vacinados
Primeira dose: 21%
Segunda dose: 12,3%

terça-feira, 11 de maio de 2021

Goiânia suspende aplicação de AstraZeneca em gestantes

Kelli Silva, 31, tomou a 1ª dose (F: Jucimar Sousa)
A Secretaria de Saúde (SMS) de Goiânia suspendeu, a partir desta terça-feira (11), a aplicação da vacina AstraZeneca/Fiocruz em gestantes. A orientação é da Secretaria Estadual de Saúde (SES) após a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informar sobre monitoramento de efeitos adversos constantes no País.

Apesar de ainda não ter recebido comunicado oficial da Anvisa, a SMS recomendou imediatamente às equipes quanto à suspensão da aplicação da vacina AstraZeneca em gestantes. A Secretaria orienta que as pacientes agendem seu atendimento vacinal para as 12 unidades de saúde nas quais há aplicação de doses do imunizante Pfizer BioNTech, no aplicativo Prefeitura 24 horas.

Todas as gestantes ou puérperas (mulheres com até 45 dias após o parto), que integram o grupo de comorbidades no Plano Nacional de Vacinação (PNI) estão liberadas para vacinação, com idades entre 18 a 59 anos, devem apresentar documento que comprova a gestação, documento pessoal com foto, CPF e comprovante de endereço.

As gestantes que tinham agendamento para locais distintos dos postos de saúde indicados devem cancelar seu agendamento anterior e reagendar para uma das 12 unidades com aplicações da Pfizer. Aquelas que já tomaram o imunizante Astrazeneca têm a orientação de observação de reações pós aplicação. Qualquer alteração, buscar orientação médica.

Unidades de saúde para primeira dose de pessoas com comorbidades, grávidas e puérperas

Distrito Leste

    • Upa Novo Mundo: Av. New York, 667-569 - Jardim Novo Mundo

    • Upa Chácara do Governador: Av Padre Monte, s/n Lotes 12, Rua L-13

Distrito Sudoeste

    • CSF Residencial Itaipu: Rua RI 9, 08 - Qd 107 - Residencial Itaipú

    • Ciams Novo Horizonte: Rua, Av. Eng. José Martins Filho, s/n - Vila Novo Horizonte

Distrito Noroeste

    • CSF Boa Vista: Av. dos Ipês, s/n - Boa Vista

    • CSF Novo Planalto: Rua Vm3c Qd 91 Lt 11 Setor Novo Planalto

Distrito Norte

    • CSF Jd Guanabara I: R. Porto Alegre, 44 - Jardim Guanabara

Distrito Oeste

    • CSF São Francisco: Tv. Buenos Aires, Lt 01 - S/n - São Francisco

    • CSF Vera Cruz II: Av. Leopoldo de Bulhões, s/n - Conj. Vera Cruz

Distrito Sul

    • UPA Jd América: Praça C-201, 2-82 - Jardim América

Distrito Campinas-Centro

    • CSF Leste Universitário: Rua 218 - Setor Leste Universitário

    • CS Cidade Jardim: Praça Abel Coimbra, 350 - Cidade Jardim

terça-feira, 4 de maio de 2021

Vacinação de pessoas com comorbidades em Goiânia começa nesta quarta

Goiânia passa para a próxima fase de vacinação contra a Covid-19 nesta quarta-feira (5) incluindo as pessoas com comorbidades. Para esse grupo o atendimento será exclusivamente agendado pelo aplicativo Prefeitura 24 horas em 12 postos distribuídos em todas as regiões da capital. Outros 12 postos de vacinação serão destinados para a continuidade da aplicação das primeira e segunda dose em idosos e para a primeira e segunda doses em trabalhadores da saúde. O Plano Municipal de Vacinação de Goiânia (PMV) segue os planos estadual e federal de vacinação.

Baixe aqui o Formulário para Vacinação do Grupo de Comorbidades

A vacinação de quem tem comorbidades ocorrerá em duas fases. A primeira vai ser para pessoas com Síndrome de Down, de 18 anos a 59 anos; pessoas com doença renal crônica em terapia de substituição renal (diálise) de 18 a 59 anos; gestantes e puérperas com comorbidades, de 18 a 59 anos; pessoas com comorbidades, de 55 a 59 anos; e pessoas com Deficiência Permanente cadastradas no Programa de Benefício de Prestação Continuada (BPC) de 55 a 59 anos.

A segunda fase, a ser iniciada logo após a conclusão da primeira, irá vacinar as pessoas com outras comorbidades contempladas nas definições do Ministério da Saúde organizadas por faixa etária de maneira decrescente; pessoas com Deficiência Permanente cadastradas no BPC; gestantes e puérperas, independente de condições pré-existentes.

Postos de vacinação (por agendamento pelo aplicativo Prefeitura 24 horas)


· Distrito Leste

  • Upa Novo Mundo

  • Upa Chácara do Governador

· Distrito Sudoeste

  • CSF Residencial Itaipu

  • Ciams Novo Horizonte

· Distrito Noroeste

  • CSF Boa Vista

-CSF Novo Planalto

· Distrito Norte

  • CSF Jd Guanabara I

· Distrito Oeste

  • CSF São Francisco

  • CSF Vera Cruz II

· Distrito Sul

  • UPA Jd América

· Distrito Campinas-Centro

  • CSF Leste Universitário

  • CS Cidade Jardim

quinta-feira, 29 de abril de 2021

Goiânia tem a melhor situação fiscal entre grandes cidades do país

Goiânia: melhor situação fiscal entre capitais (F: Jackson Rodrigues)
Goiânia cravou nota A em Capacidade de Pagamento (Capag) e passou a figurar no topo do ranking das cidades com a melhor situação fiscal do Brasil. O resultado foi divulgado pelo Tesouro Nacional nesta quarta-feira (28). A Capital de Goiás teve o melhor desempenho do país entre as cidades com mais de um milhão de habitantes e divide o pódio com apenas outras seis Capitais que registraram resultado semelhante: Aracaju (SE), Florianópolis (SC), Palmas (TO), Porto Velho (RO), Rio Branco (AC) e Vitória (ES). Goiânia também é a única nessa faixa populacional com nota A. Em todo o país, dos 5.570 municípios, apenas 716, ou cerca de 12% deles, incluindo as capitais, têm classificação máxima nessa análise feita pelo Governo Federal com objetivo de permitir apenas contratos de operação de crédito em volumes sustentáveis.

A performance é definitiva para que os municípios consigam ou não captar recursos com aval da União e, portanto, com as melhores condições de mercado, incluindo taxa anual de juros na casa de 1%. Nele, Goiânia também é a única Capital do Centro-Oeste brasileiro com nota A e figura entre os 23, ou cerca de 9%,  dos 246 municípios goianos que ocupam a mais alta posição nessa classificação feita pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN), órgão integrante do Ministério da Economia. "A melhora progressiva no desempenho fiscal de Goiânia, algo que, garanto, vai continuar ao longo desta gestão, na prática se materializa em mais investimentos na cidade e em mais qualidade de vida para os cidadãos. Sendo assim, temos condições efetivas de fazer cada vez mais por esta cidade. E vamos fazer. Exemplo disso é o Cidade Inteligente, mais um compromisso do Plano de Governo que estamos tirando do papel por meio de um projeto piloto em Campinas. Temos recursos, mecanismos e muita disposição para fazer Goiânia seguir avançando", diz o prefeito de Goiânia, Rogério Cruz.

O resultado mostrou que a Capital goiana tem adimplência financeira, cumpre os prazos para encaminhamento das contas anuais, aplica em Saúde e em Educação acima do mínimo Constitucional, mantém as despesas com pessoal abaixo do que preconiza a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), entre outros itens exigidos pelo Sistema de Informações sobre Requisitos Fiscais (CAUC). A elegibilidade de Goiânia para obtenção de operação de crédito tem respaldo, ainda, nos três principais indicadores da Capag: Endividamento (29.27%), calculado a partir da Dívida Consolidada e da Receita Corrente Líquida; Poupança Corrente (89.73%), obtida por meio da Despesa Corrente e da Receita Corrente Ajustada; e Liquidez (17.68%), resultado da avaliação das Obrigações Financeiras e da Disponibilidade de Caixa. Nos três, Goiânia tem nota A.

sexta-feira, 16 de abril de 2021

Novo lote de vacinas chega a Goiás

Novo lote de 187.750 vacinas chegaram hoje a Goiânia para integrar a campanha de imunização do Estado contra a covid-19. As vacinas foram transportadas gratuitamente pelo avião solidário da Latam  do aeroporto de Guarulhos para Goiás e outros dez estados. Ao todo, a nova remessa somou 1.489.400 doses.

Do lote goiano, 111.750 são da CoronaVac e 76 mil da AstraZeneca. Os imunizantes serão utilizados para a vacinação de profissionais da saúde e segurança pública e idosos, em primeira e segunda doses.

quinta-feira, 15 de abril de 2021

Vacinômetro permite acompanhar distribuição e aplicação de vacinas em Goiás

O Tribunal de Contas do Estado (TCE-GO) disponibilizou hoje um painel próprio que permitirá que qualquer cidadão acompanhe informações atualizadas sobre a distribuição e aplicação das vacinas contra a Covid-19 em Goiás.

O Vacinômetro reúne informações produzidas pelo Ministério da Saúde quanto à aplicação das doses, e ainda dados detalhados sobre a distribuição e entrega promovidas pela Secretaria de Estado da Saúde de Goiás (SES-GO). A ferramenta permite filtrar e exportar as informações de cada município.


painel conta ainda com um mapa interativo que permite avaliar o percentual da população vacinada em cada município. A ferramenta revela que o avanço da vacinação nos municípios varia entre 4,22% e 33,06%.

O Observatório do Cidadão pode ser acessado pelo site do TCE/GO, ou pelo link: https://portal.tce.go.gov.br/vacinometro-goias

terça-feira, 13 de abril de 2021

Prefeitura de Goiânia anuncia novo Refis

Rogério Cruz anuncia novo Refis (F: Jackson Rodrigues)
A  Prefeitura de Goiânia vai abrir nova rodada de negociação com os devedores já em meados deste ano. A realização de um novo Programa de Recuperação Fiscal (Refis) foi anunciada pelo prefeito Rogério Cruz (Republicanos) nesta terça-feira (13), durante a prestação de contas quadrimestral aos vereadores da cidade. O objetivo, segundo o chefe do Executivo goianiense, é favorecer a adimplência de pessoas física e jurídica diante do impacto socioeconômico da pandemia do coronavírus (Covid-19). Os esforços são para que a ação ocorra entre os meses de junho e julho.

O Refis deve oportunizar a regularização de débitos relativos aos impostos Predial e Territorial Urbano (IPTU/ITU), Sobre Serviços (ISS) e Sobre Transmissão de Imóveis (ISTI), além de taxas; multas administrativas, a exemplo das aplicadas pelo Procon e pela Agência Municipal do Meio Ambiente (Amma); contratos, aluguéis, indenizações, restituições, entre outros tipos de créditos não tributários. No entanto, as condições de pagamento, bem como as reduções das penalidades decorrentes da situação de inadimplência, ainda não foram definidas. A Secretaria Municipal de Finanças (Sefin) foi incumbida pelo prefeito Rogério Cruz de desenhar a operacionalização do programa. 

“Em todos os Refis, o que se observa é que a maioria das pessoas que aproveitam a oportunidade de negociação tem menor poder aquisitivo. São pequenas empresas, são pessoas que perderam o crédito no mercado por indisponibilidade financeira, por imprevistos, mas que têm vontade de regularizar a dívida. Nossa dificuldade continua sendo os grandes devedores, gente com alto poder aquisitivo, mas que não têm interesse em honrar o compromisso que têm com a cidade”, explica a secretária interina de Finanças, Letícia Vila Verde. Hoje, a taxa de inadimplência tributária de Goiânia é de, em média, 30%.

Demanda

De acordo com o prefeito, a pandemia fez crescente o número de cidadãos que pedem ao Executivo uma oportunidade para regularização dos débitos inscritos em Dívida Ativa. Rogério Cruz explicou que tem postergado a realização do Refis porque neste momento parte substancial dos cidadãos não têm condições sequer de realizar o parcelamento. "Em amplas frentes, que envolvem a área de saúde, a área social e a área econômica, estamos trabalhando com agilidade, planejamento e tecnologia para superar este grave e difícil momento. Junto com a população, vamos sair desta situação", pondera. A realização de mais uma edição de um Programa de Recuperação Fiscal próprio, conforme anunciado pelo prefeito, demanda aprovação de projeto de lei na Câmara Municipal de Goiânia.

quinta-feira, 19 de novembro de 2020

Goiânia é apenas a 10ª capital mais competitiva

 Região Centro-Oeste teve desempenho mediano na primeira edição do Ranking de Competitividade dos Municípios, com poucos municípios no topo, mas apenas dois entre os 50 piores

Goiânia ficou em 90º lugar entre cidades com mais
de 80 mil habitantes (F: Paulo José/Prefeitura)
Com duas capitais entre as 100 cidades mais competitivas do país, a região Centro-Oeste teve um desempenho mediano no Ranking de Competitividade dos Municípios, realizado pelo CLP (Centro de Liderança Pública), em parceria com a Gove e o SEBRAE, que analisa a capacidade competitiva de 405 cidades com mais de 80 mil habitantes do País. A cidade mais bem colocada na região foi a capital de Goiás, Goiânia, que figurou na 90ª posição do ranking geral e na 10ª posição considerando apenas as capitais, com destaque para seu bom desempenho na dimensão Econômica, que engloba pilares, como Capital Humano, Inserção Econômica e Telecomunicações.

Pouco atrás de Goiânia, na 93ª colocação no ranking geral, ficou a capital de Mato Grosso do Sul, Campo Grande, que se destacou pelo bom desempenho na dimensão Institucional, na qual ficou em 39º lugar. Esta dimensão leva em conta pilares como Funcionamento da Máquina pública e Sustentabilidade Fiscal.

Ao todo, foram analisados 28 municípios do Centro-Oeste, o que equivale a 6,9% da amostra, sendo a região com menor número de municípios no estudo. Na média, um município do Centro-Oeste ocupa a metade de baixo do ranking geral, na posição 237 no ranking geral. Os números também revelam as disparidades entre municípios dentro do próprio Estado de Goiás. Se por um lado é o que tem a cidade mais bem colocada no ranking geral, por outro é o que concentra o maior número de municípios mal colocados da região. Todos os cinco últimos colocados do Centro-Oeste pertencem ao Estado de Goiás: Senador Canedo, Águas Lindas de Goiás, Novo Gama, Luziânia e Planaltina, sendo que estas duas últimas figuram entre as 50 piores colocadas no ranking.

"Depois de nove edições do Ranking de Competitividade dos Estados decidimos ampliar a análise competitiva da gestão pública também para a esfera municipal. Os recém-eleitos podem obter um amplo mapeamento dos desafios, direcionando, de forma mais precisa, a atuação das lideranças municipais para planejamento e atuação para aquilo que é prioritário. Na outra ponta, além de atrair novas empresas, também é uma ferramenta para cidadãos avaliarem e cobrarem de forma eficiente o desempenho dos formuladores de políticas públicas", afirma Tadeu Barros, diretor de Operações do CLP.

quarta-feira, 15 de julho de 2020

Covid-19 aumenta 365% em Goiás em um mês

A região Centro-Oeste do país vê a Covid-19 avançar nas últimas semanas. Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul viram o número de casos do novo coronavírus mais do que triplicar em 30 dias, o que fez a taxa de ocupação de leitos de UTI se aproximar de 100% em Goiânia, por exemplo, e provocou falta de vagas nos hospitais matogrossenses.

Recentemente, o secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Arnaldo Correia de Medeiros, afirmou que a pasta tem preocupação especial com a propagação da doença no Centro-Oeste e também no Sul do Brasil. Para te ajudar a entender o cenário, o Brasil 61 fez um levantamento dos principais indicadores sobre a Covid-19 no DF e nos três estados e buscou explicações para o aumento.

Segundo o infectologista Hemerson Luz, está claro que a região Centro-Oeste atravessa o momento mais difícil no enfrentamento à pandemia desde março. “Analisando os gráficos de crescimento da Covid-19 no Centro-Oeste, percebemos que estamos em pleno pico, como era previsto para meados de julho. É bem provável que a tendência de crescimento persista por algum tempo até começar a decair o número de casos”, avalia.

De acordo com a última atualização da Secretaria de Estado de Saúde de Goiás (SES-GO), são 38.299 casos confirmados e 910 mortes pelo novo coronavírus. Há um mês, eram pouco menos de oito mil ocorrências, o que aponta para um crescimento de 365% no período.

Estudos mostram que o estado enfrenta o momento mais crítico da pandemia, superando os mil casos diários. Dos leitos de UTI dos hospitais estaduais destinados para tratamento de pacientes com o vírus, 85% estão ocupados. A situação na capital, Goiânia, é crítica. De acordo com o último boletim epidemiológico, apenas seis leitos estão disponíveis. A taxa de ocupação é de 96%. Há a previsão de 38 novas vagas, que estão em implantação, segundo a Secretaria de Estado de Saúde (SES-GO). 

Para tentar frear a curva de contaminação, o governador Ronaldo Caiado decretou, em 30 junho, uma quarentena diferente da adotada por outros estados e países: o isolamento intermitente. A estratégia é um sistema de revezamento das atividades econômicas, intercalando 14 dias de suspensão e 14 dias de funcionamento. Nesta terça-feira (13), após duas semanas de restrições, o governador liberou a abertura do comércio em geral, bares, academias, eventos esportivos e atividades religiosas.

O prefeito de Goiânia, Iris Rezende, seguiu a mesma linha do decreto estadual e flexibilizou o funcionamento das atividades não essenciais. Ele afirmou que pode voltar atrás na decisão. "Nós não teremos dificuldade em modificar itens desse decreto caso a aplicação do mesmo possa nos mostrar que tenhamos cometido excesso ou falhas."

(*) Com informações de Felipe Moura, do Brasil 61

quarta-feira, 27 de novembro de 2019

CCJ aprova relatório do Plano Diretor de Goiânia com 16 emendas


A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) aprovou nesta quarta-feira, 27, o relatório de autoria da vereadora Dra. Cristina (PSDB) pela aprovação da revisão do Plano Diretor de Goiânia, com a inclusão de 16 das mais de 60 emendas apresentadas pelos vereadores. Numa reunião fechada na última segunda-feira, 25, eles decidiram analisar apenas alterações com base na constitucionalidade. As demais foram retiradas e serão reapresentadas na Comissão Mista, para análise de mérito. Entre as emendas, destacam-se a retirada da expansão urbana e a obrigatoriedade de discussão no Legislativo de decisões posteriores envolvendo o Plano Diretor e os planos setoriais, que deverão ser enviados nos próximos três anos.

De acordo com a relatora, após visitar as áreas destinadas à expansão e bairros que já possuem infraestrutura, ficou claro que Goiânia não precisa de expansão territorial. “É possível aprovar a construção de edifícios em muitos setores e, com isso, preservar áreas rurais e o meio ambiente”, explica. Dra. Cristina afirma também que a possibilidade de decisões por decreto causou preocupação à CCJ. Uma emenda determinando a discussão das alterações pelo Legislativo foi a solução encontrada para garantir segurança aos goianienses.

O projeto segue agora para primeira votação em plenário e depois será encaminhado para análise da Comissão Mista da Câmara. Enquanto isso, os vereadores aguardam o parecer do Conselho Municipal de Políticas Urbanas (COMPUR), motivo pelo qual a CCJ decidiu devolver o Plano Diretor à Prefeitura de Goiânia. Depois de mais de 15 dias, o projeto foi entregue novamente à Comissão sem o documento, que é uma determinação legal.


Da assessoria

quinta-feira, 20 de dezembro de 2018

Projeto de incentivo a áreas verdes é aprovado em Goiânia

Projeto garante incentivos para proteção de áreas verdes (F: Amma)
Projeto de iniciativa do Vereador Elias Vaz (PSB) é aprovado por unanimidade, o projeto concede incentivo fiscal tributário para instituição, proteção e preservação das áreas verdes no município de Goiânia e para os terrenos ocupados com atividade econômica primária.

No projeto, os proprietários ou possuidores de terrenos vagos ou não edificados cuja destinação ou atividades forem admitidas como Projeto Urbanístico de Interesse social e Áreas Verdes poderá ter do beneficio de serem considerados como terrenos edificados para o cálculo do Imposto Predial e Territorial Urbano.
No projeto procura-se garantir o beneficio não só àqueles que transformem suas áreas urbanas em áreas verdes, mas também àqueles que as preservarem e conservarem, procurando estimular a proteção ambiental e um meio ambiente equilibrado.
O projeto assim busca resgatar a preservação do meio ambiente através da execução de atividades econômicas primárias, dando um fim social à propriedade.
Aprovado em segunda votação o projeto segue agora para a sanção ou veto do prefeito de Goiânia.

(*) Da assessoria

quarta-feira, 14 de novembro de 2018

Simpósio debate urbanismo, arquitetura e preservação de Goiânia


A capital de Goiás será objeto de debates durante o 1º Simpósio Cidade Urbanismo e Arquitetura. Goiânia: Ontem e Hoje, que será realizado no dia 20 de novembro, das 14h00 às 18h30 no auditório do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás (IHGG), na Rua 82, esquina com Rua 85 no. 455, Setor Sul. A programação do evento apresenta palestras que vão reunir autoridades de diversas áreas do conhecimento para abordar a história de Goiânia, seu presente e seu futuro, sob as perspectivas do urbanismo, da arquitetura, ações de preservação e patrimônio histórico.

A abertura será realizada pela escritora, arquiteta e urbanista Narcisa Abreu Cordeiro. A primeira palestra será proferida pela dra. Jacira Rosa Pires, também arquiteta e urbanista, que irá discorrer sobre a História e Fundação de Goiânia, sob a perspectiva da obra de Attilio Corrêa Lima. Em seguida a doutoranda arquiteta e urbanista Maria Ester de Souza (IESA-UFG) vai abordar os Planos Diretores de Goiânia, entre 1933 a 2018 e a também doutoranda arquiteta e urbanista Simone Borges Camargo de Oliveira (PPGH-UFG), apresentará a História da Arquitetura Residencial em Goiânia, entre 1930 e 1960. A última palestra terá como tema o Patrimônio Artístico e Cultural de Goiânia, apresentará o trabalho Técnico da Gerência de Patrimônio da Secretaria de Cultura de Goiânia (SECULT), pela especialista arquiteta e urbanista Luana de Araújo Noleto da Veiga Jardim e Me. Leandra de Brito Rodrigues.

Narcisa Cordeiro, realizadora do encontro, explica que o simpósio é um projeto que abrangerá várias cidades do Brasil, começando pela capital goiana, com realização trimestral. A coordenadora geral do evento, Simone Borges Camargo de Oliveira, afirma que “Goiânia é uma cidade significativa como objeto de estudo, dada a sua existência recente e por inserir-se em ideais modernos desde sua fundação. Sua paisagem cultural em suas várias temporalidades é elemento importante para a identificação e o reconhecimento de sua memória e de seu patrimônio urbano e arquitetônico moderno”.

De acordo com Jacira Rosa Pires, coordenadora do evento, “a cidade foi projetada nos moldes da cidade jardim, “O paradoxo se encontra no fato de que a cidade jardim foi uma solução para a cidade congestionada vinda do século XIX. Já nos espaços de fronteira, a situação era outra; a situação se inverte, não havia congestionamento, não havia uma metrópole a ser esvaziada e sim um vazio a ser urbanizado. ”

O simpósio é gratuito e aberto a todos os interessados. Reunirá especialistas nas diversas áreas de conhecimento que pesquisam, estudam e atuam na leitura e construção das cidades. Vai reunir estudantes, urbanistas, arquitetos, planejadores, historiadores, geógrafos, sociólogos, antropólogos, museólogos, artistas, fotógrafos, membros de órgãos e conselhos municipais e estaduais, movimentos populares, poder público, funcionários públicos, organizações não governamentais, grupos da comunidade local e demais interessados no tema proposto.

Entre os apoiadores estão a Academia Feminina de Letras e Artes de Goiás, Conselho de Arquitetura e Urbanismo de Goiás, Faculdade de Artes Visuais da UFG, Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, Instituto de Estudos Socioambientais da UFG, Museu da Imagem e do Som de Goiás, Secretaria de Cultura de Goiânia – SECULT, Pontifícia Universidade Católica de Goiás, 50 Anos do Curso de Arquitetura e Urbanismo da PUC/GO , Programa de Pós-Graduação em História da UFG, Universidade Federal de Goiás e SANEAGO – Companhia Saneamento de Goiás S.A.

Serviço:
I Simpósio Cidade Urbanismo e Arquitetura. Goiânia: ontem e hoje
Quando: 20/11/2018 (terça-feira), das 14h00 às 18h30.
Onde: Auditório do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás (IHGG).
End.: Rua 82 (anel externo da Praça Cívica), esq. com Rua 85, 455, Setor Sul. Goiânia-GO.
Quanto: Entrada gratuita. Inscrições no local.

Da Assessoria de Imprensa




segunda-feira, 6 de novembro de 2017

CEI da Saúde quer explicações sobre pagamento de mestrado de R$108 mil a servidoras

O vereador Elias Vaz (PSB), relator da Comissão Especial de Inquérito que apura irregularidades na Saúde em Goiânia, quer saber da Secretaria Municipal de Saúde por que foi autorizado o gasto de R$54 mil por ano com o mestrado de duas servidoras municipais. Andréia Alcântara Barbosa, superintendente de Regulação do Município, e Ana Paula Custódio, chefe setorial jurídica, foram autorizadas pela secretária Municipal de Saúde, Fátima Mrué, a fazer o curso em Direito da Saúde pelo Instituto Superior de Educação Santa Cecília, em São Paulo, por um período de dois anos, com todas as despesas pagas pela prefeitura (veja documentos anexos).

“Queremos saber por que elas receberam esse benefício, quais foram os critérios utilizados e se o procedimento é legal. O incentivo que o serviço público oferece ao funcionário é uma licença, não o pagamento do curso. O custo total é de R$108mil enquanto a Secretaria deixa de custear serviços básicos para a população alegando falta de dinheiro”, afirma o vereador.

Falta de médicos
Também foi aprovado requerimento de Elias Vaz cobrando da Controladoria do Município sindicância para apurar por que os três médicos escalados para o plantão de urgência no Ciams do Novo Horizonte no dia 30 de outubro não estavam trabalhando. Os vereadores fizeram vistoria na unidade e constataram que nenhum dos três cumpriu a escala.

O relator da CEI pediu ainda outra sindicância, para saber por que 133 médicos estão lotados na Superintendência de Regulação do Município enquanto faltam profissionais nas unidades de saúde. Em diligência na última quarta-feira, os vereadores encontraram apenas quatro médicos trabalhando. “Nós não achamos que o único problema da Saúde em Goiânia está relacionado a médicos, mas não podemos ignorar isso. O que constatamos todos os dias é uma demanda alta por atendimento. Se há médicos, precisamos saber por que não estão atendendo. Não são todos, claro. Tanto que hoje apresentei requerimento parabenizando os médicos do ambulatório do Ciams Novo Horizonte. Estavam todos trabalhando quando fizemos a diligência”, destaca Elias.

Vice-presidente da CEI, o vereador Paulo Daher (DEM), que também é médico, diz que é preciso investigar o problema que a Comissão identificou. “Não estamos aqui para perseguir médicos, mas infelizmente três profissionais não estavam trabalhando na urgência do Ciams. Temos que saber o que está acontecendo”.

Medicamentos
Elias Vaz também pede explicações sobre a falta de dois medicamentos no Ciams do Novo Horizonte, corticoide (hidrocortizona) e antibiótico (climdamicina). Segundo o vereador, em julho, foi assinada a homologação do pregão para compra desses remédios, incluindo 70 mil ampolas do corticoide e 17 mil do antibiótico. “A homologação é o último ato antes da compra. Então precisamos saber o que aconteceu, se comprou e não chegou ou se não comprou. A secretária disse que ainda está em processo de compra, então isso precisa ser esclarecido”, finaliza o vereador.

Da assessoria