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quarta-feira, 15 de julho de 2020

Covid-19 aumenta 365% em Goiás em um mês

A região Centro-Oeste do país vê a Covid-19 avançar nas últimas semanas. Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul viram o número de casos do novo coronavírus mais do que triplicar em 30 dias, o que fez a taxa de ocupação de leitos de UTI se aproximar de 100% em Goiânia, por exemplo, e provocou falta de vagas nos hospitais matogrossenses.

Recentemente, o secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Arnaldo Correia de Medeiros, afirmou que a pasta tem preocupação especial com a propagação da doença no Centro-Oeste e também no Sul do Brasil. Para te ajudar a entender o cenário, o Brasil 61 fez um levantamento dos principais indicadores sobre a Covid-19 no DF e nos três estados e buscou explicações para o aumento.

Segundo o infectologista Hemerson Luz, está claro que a região Centro-Oeste atravessa o momento mais difícil no enfrentamento à pandemia desde março. “Analisando os gráficos de crescimento da Covid-19 no Centro-Oeste, percebemos que estamos em pleno pico, como era previsto para meados de julho. É bem provável que a tendência de crescimento persista por algum tempo até começar a decair o número de casos”, avalia.

De acordo com a última atualização da Secretaria de Estado de Saúde de Goiás (SES-GO), são 38.299 casos confirmados e 910 mortes pelo novo coronavírus. Há um mês, eram pouco menos de oito mil ocorrências, o que aponta para um crescimento de 365% no período.

Estudos mostram que o estado enfrenta o momento mais crítico da pandemia, superando os mil casos diários. Dos leitos de UTI dos hospitais estaduais destinados para tratamento de pacientes com o vírus, 85% estão ocupados. A situação na capital, Goiânia, é crítica. De acordo com o último boletim epidemiológico, apenas seis leitos estão disponíveis. A taxa de ocupação é de 96%. Há a previsão de 38 novas vagas, que estão em implantação, segundo a Secretaria de Estado de Saúde (SES-GO). 

Para tentar frear a curva de contaminação, o governador Ronaldo Caiado decretou, em 30 junho, uma quarentena diferente da adotada por outros estados e países: o isolamento intermitente. A estratégia é um sistema de revezamento das atividades econômicas, intercalando 14 dias de suspensão e 14 dias de funcionamento. Nesta terça-feira (13), após duas semanas de restrições, o governador liberou a abertura do comércio em geral, bares, academias, eventos esportivos e atividades religiosas.

O prefeito de Goiânia, Iris Rezende, seguiu a mesma linha do decreto estadual e flexibilizou o funcionamento das atividades não essenciais. Ele afirmou que pode voltar atrás na decisão. "Nós não teremos dificuldade em modificar itens desse decreto caso a aplicação do mesmo possa nos mostrar que tenhamos cometido excesso ou falhas."

(*) Com informações de Felipe Moura, do Brasil 61

quarta-feira, 27 de novembro de 2019

CCJ aprova relatório do Plano Diretor de Goiânia com 16 emendas


A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) aprovou nesta quarta-feira, 27, o relatório de autoria da vereadora Dra. Cristina (PSDB) pela aprovação da revisão do Plano Diretor de Goiânia, com a inclusão de 16 das mais de 60 emendas apresentadas pelos vereadores. Numa reunião fechada na última segunda-feira, 25, eles decidiram analisar apenas alterações com base na constitucionalidade. As demais foram retiradas e serão reapresentadas na Comissão Mista, para análise de mérito. Entre as emendas, destacam-se a retirada da expansão urbana e a obrigatoriedade de discussão no Legislativo de decisões posteriores envolvendo o Plano Diretor e os planos setoriais, que deverão ser enviados nos próximos três anos.

De acordo com a relatora, após visitar as áreas destinadas à expansão e bairros que já possuem infraestrutura, ficou claro que Goiânia não precisa de expansão territorial. “É possível aprovar a construção de edifícios em muitos setores e, com isso, preservar áreas rurais e o meio ambiente”, explica. Dra. Cristina afirma também que a possibilidade de decisões por decreto causou preocupação à CCJ. Uma emenda determinando a discussão das alterações pelo Legislativo foi a solução encontrada para garantir segurança aos goianienses.

O projeto segue agora para primeira votação em plenário e depois será encaminhado para análise da Comissão Mista da Câmara. Enquanto isso, os vereadores aguardam o parecer do Conselho Municipal de Políticas Urbanas (COMPUR), motivo pelo qual a CCJ decidiu devolver o Plano Diretor à Prefeitura de Goiânia. Depois de mais de 15 dias, o projeto foi entregue novamente à Comissão sem o documento, que é uma determinação legal.


Da assessoria

quinta-feira, 20 de dezembro de 2018

Projeto de incentivo a áreas verdes é aprovado em Goiânia

Projeto garante incentivos para proteção de áreas verdes (F: Amma)
Projeto de iniciativa do Vereador Elias Vaz (PSB) é aprovado por unanimidade, o projeto concede incentivo fiscal tributário para instituição, proteção e preservação das áreas verdes no município de Goiânia e para os terrenos ocupados com atividade econômica primária.

No projeto, os proprietários ou possuidores de terrenos vagos ou não edificados cuja destinação ou atividades forem admitidas como Projeto Urbanístico de Interesse social e Áreas Verdes poderá ter do beneficio de serem considerados como terrenos edificados para o cálculo do Imposto Predial e Territorial Urbano.
No projeto procura-se garantir o beneficio não só àqueles que transformem suas áreas urbanas em áreas verdes, mas também àqueles que as preservarem e conservarem, procurando estimular a proteção ambiental e um meio ambiente equilibrado.
O projeto assim busca resgatar a preservação do meio ambiente através da execução de atividades econômicas primárias, dando um fim social à propriedade.
Aprovado em segunda votação o projeto segue agora para a sanção ou veto do prefeito de Goiânia.

(*) Da assessoria

quarta-feira, 14 de novembro de 2018

Simpósio debate urbanismo, arquitetura e preservação de Goiânia


A capital de Goiás será objeto de debates durante o 1º Simpósio Cidade Urbanismo e Arquitetura. Goiânia: Ontem e Hoje, que será realizado no dia 20 de novembro, das 14h00 às 18h30 no auditório do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás (IHGG), na Rua 82, esquina com Rua 85 no. 455, Setor Sul. A programação do evento apresenta palestras que vão reunir autoridades de diversas áreas do conhecimento para abordar a história de Goiânia, seu presente e seu futuro, sob as perspectivas do urbanismo, da arquitetura, ações de preservação e patrimônio histórico.

A abertura será realizada pela escritora, arquiteta e urbanista Narcisa Abreu Cordeiro. A primeira palestra será proferida pela dra. Jacira Rosa Pires, também arquiteta e urbanista, que irá discorrer sobre a História e Fundação de Goiânia, sob a perspectiva da obra de Attilio Corrêa Lima. Em seguida a doutoranda arquiteta e urbanista Maria Ester de Souza (IESA-UFG) vai abordar os Planos Diretores de Goiânia, entre 1933 a 2018 e a também doutoranda arquiteta e urbanista Simone Borges Camargo de Oliveira (PPGH-UFG), apresentará a História da Arquitetura Residencial em Goiânia, entre 1930 e 1960. A última palestra terá como tema o Patrimônio Artístico e Cultural de Goiânia, apresentará o trabalho Técnico da Gerência de Patrimônio da Secretaria de Cultura de Goiânia (SECULT), pela especialista arquiteta e urbanista Luana de Araújo Noleto da Veiga Jardim e Me. Leandra de Brito Rodrigues.

Narcisa Cordeiro, realizadora do encontro, explica que o simpósio é um projeto que abrangerá várias cidades do Brasil, começando pela capital goiana, com realização trimestral. A coordenadora geral do evento, Simone Borges Camargo de Oliveira, afirma que “Goiânia é uma cidade significativa como objeto de estudo, dada a sua existência recente e por inserir-se em ideais modernos desde sua fundação. Sua paisagem cultural em suas várias temporalidades é elemento importante para a identificação e o reconhecimento de sua memória e de seu patrimônio urbano e arquitetônico moderno”.

De acordo com Jacira Rosa Pires, coordenadora do evento, “a cidade foi projetada nos moldes da cidade jardim, “O paradoxo se encontra no fato de que a cidade jardim foi uma solução para a cidade congestionada vinda do século XIX. Já nos espaços de fronteira, a situação era outra; a situação se inverte, não havia congestionamento, não havia uma metrópole a ser esvaziada e sim um vazio a ser urbanizado. ”

O simpósio é gratuito e aberto a todos os interessados. Reunirá especialistas nas diversas áreas de conhecimento que pesquisam, estudam e atuam na leitura e construção das cidades. Vai reunir estudantes, urbanistas, arquitetos, planejadores, historiadores, geógrafos, sociólogos, antropólogos, museólogos, artistas, fotógrafos, membros de órgãos e conselhos municipais e estaduais, movimentos populares, poder público, funcionários públicos, organizações não governamentais, grupos da comunidade local e demais interessados no tema proposto.

Entre os apoiadores estão a Academia Feminina de Letras e Artes de Goiás, Conselho de Arquitetura e Urbanismo de Goiás, Faculdade de Artes Visuais da UFG, Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, Instituto de Estudos Socioambientais da UFG, Museu da Imagem e do Som de Goiás, Secretaria de Cultura de Goiânia – SECULT, Pontifícia Universidade Católica de Goiás, 50 Anos do Curso de Arquitetura e Urbanismo da PUC/GO , Programa de Pós-Graduação em História da UFG, Universidade Federal de Goiás e SANEAGO – Companhia Saneamento de Goiás S.A.

Serviço:
I Simpósio Cidade Urbanismo e Arquitetura. Goiânia: ontem e hoje
Quando: 20/11/2018 (terça-feira), das 14h00 às 18h30.
Onde: Auditório do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás (IHGG).
End.: Rua 82 (anel externo da Praça Cívica), esq. com Rua 85, 455, Setor Sul. Goiânia-GO.
Quanto: Entrada gratuita. Inscrições no local.

Da Assessoria de Imprensa




segunda-feira, 6 de novembro de 2017

CEI da Saúde quer explicações sobre pagamento de mestrado de R$108 mil a servidoras

O vereador Elias Vaz (PSB), relator da Comissão Especial de Inquérito que apura irregularidades na Saúde em Goiânia, quer saber da Secretaria Municipal de Saúde por que foi autorizado o gasto de R$54 mil por ano com o mestrado de duas servidoras municipais. Andréia Alcântara Barbosa, superintendente de Regulação do Município, e Ana Paula Custódio, chefe setorial jurídica, foram autorizadas pela secretária Municipal de Saúde, Fátima Mrué, a fazer o curso em Direito da Saúde pelo Instituto Superior de Educação Santa Cecília, em São Paulo, por um período de dois anos, com todas as despesas pagas pela prefeitura (veja documentos anexos).

“Queremos saber por que elas receberam esse benefício, quais foram os critérios utilizados e se o procedimento é legal. O incentivo que o serviço público oferece ao funcionário é uma licença, não o pagamento do curso. O custo total é de R$108mil enquanto a Secretaria deixa de custear serviços básicos para a população alegando falta de dinheiro”, afirma o vereador.

Falta de médicos
Também foi aprovado requerimento de Elias Vaz cobrando da Controladoria do Município sindicância para apurar por que os três médicos escalados para o plantão de urgência no Ciams do Novo Horizonte no dia 30 de outubro não estavam trabalhando. Os vereadores fizeram vistoria na unidade e constataram que nenhum dos três cumpriu a escala.

O relator da CEI pediu ainda outra sindicância, para saber por que 133 médicos estão lotados na Superintendência de Regulação do Município enquanto faltam profissionais nas unidades de saúde. Em diligência na última quarta-feira, os vereadores encontraram apenas quatro médicos trabalhando. “Nós não achamos que o único problema da Saúde em Goiânia está relacionado a médicos, mas não podemos ignorar isso. O que constatamos todos os dias é uma demanda alta por atendimento. Se há médicos, precisamos saber por que não estão atendendo. Não são todos, claro. Tanto que hoje apresentei requerimento parabenizando os médicos do ambulatório do Ciams Novo Horizonte. Estavam todos trabalhando quando fizemos a diligência”, destaca Elias.

Vice-presidente da CEI, o vereador Paulo Daher (DEM), que também é médico, diz que é preciso investigar o problema que a Comissão identificou. “Não estamos aqui para perseguir médicos, mas infelizmente três profissionais não estavam trabalhando na urgência do Ciams. Temos que saber o que está acontecendo”.

Medicamentos
Elias Vaz também pede explicações sobre a falta de dois medicamentos no Ciams do Novo Horizonte, corticoide (hidrocortizona) e antibiótico (climdamicina). Segundo o vereador, em julho, foi assinada a homologação do pregão para compra desses remédios, incluindo 70 mil ampolas do corticoide e 17 mil do antibiótico. “A homologação é o último ato antes da compra. Então precisamos saber o que aconteceu, se comprou e não chegou ou se não comprou. A secretária disse que ainda está em processo de compra, então isso precisa ser esclarecido”, finaliza o vereador.

Da assessoria