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sexta-feira, 10 de junho de 2022

Internautas resgatam fotos de um dos Bolsonaro ao lado de coronel preso por estuprar criança de 2 anos

Flávio Bolsonaro em duas oportunidades com o estuprador de bebês
Se a internet é território livre para a propagação de ódio e fake news - o novo nome da pós-verdade -, bem ao gosto dos bolsonaristas, também é um excelente espaço para recordar as peripécias de cada um. Bastou a notícia da prisão, ontem (09) de Thuanne Pimenta dos Santos, a mulher condenada por estupro de vulnerável que ajudava o coronel da PM Pedro Chavarry a abusar de crianças da primeira infância, de 1, 2, 3 anos de idade, para que internautas resgatassem fotos do criminoso com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

Chavarry foi preso em 2016 com uma menina de dois anos de idade, aos prantos, nua, dentro de seu carro. Condenado a 11 anos de prisão, foi absolvido em segunda instância - ora, qual a surpresa? Ele, com ajuda de Thuanne, enganava os pais dos bebês, inclusive com promessas de benefícios financeiros, para que as vítimas pudessem "passear de carro", com o policial. Quem duvidaria da idoneidade do homem branco, rico e influente? 

Chavarry não é o único criminoso a aparecer ao lado e receber homenagens do clã bolsonarista. Milicianos estão entre seus principais aliados. Os Bolsonaro podem até dizer que não sabiam da mente doentia e cruel do amigo. Não é possível saber a data em que as fotos foram tiradas. Mas o primeiro flagra de Chavarry com uma criança é de 1983. Faz tempo, muito tempo.

sexta-feira, 31 de maio de 2019

200 mil pessoas apoiam petições por cassação de Flávio Bolsonaro

Flávio e Queiroz: amizade antiga (Reprodução Instagram)
Investigações sobre esquema milionário de corrupção em gabinete do então deputado motivaram criação de petições que pedem a perda do mandato. Abaixo-assinado criado no portal Change.org pede a cassação ou afastamento do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) até o término das investigações. Apesar de alegar inocência, Bolsonaro tentou por três vezes interromper as investigações.

São 1,2 milhão de reais em movimentações suspeitas na conta de seu principal ex-assessor, 96 mil reais em depósitos fracionados em sua própria conta em menos de dois meses e 1 milhão de reais no pagamento de um título bancário sem identificação do favorecido. Em breve resumo, esse é o cenário central do escândalo de corrupção no qual está inserido o nome do filho mais velho do presidente Jair Bolsonaro.
O caso provocou indignação em parte dos brasileiros que assistiram o parlamentar, já investigado, tomar posse como senador da república no início do ano. Uma das inconformadas com a falta de explicações convincentes por parte de Flávio e de seu ex-assessor Fabrício Queiroz, o principal alvo das investigações, é a professora e atriz de teatro Vaíde Régia da Silva Reis, autora de um abaixo-assinado que pede a cassação ou o afastamento do senador até que o caso seja esclarecido.
 Leia a reportagem completa na CartaCapital. 

terça-feira, 14 de maio de 2019

Justiça autoriza quebra de sigilo de Flávio Bolsonaro, diz jornal

Flávio Bolsonaro sob suspeita (Foto: ARM)
O senador Flávio Bolsonaro, filho do presidente Jair Bolsonaro, teve o seu sigilo bancário quebrado pela Justiça. A autorização foi concedida em 24 de abril de 2019 pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, após pedido do Ministério Público fluminense.
O ex-assessor de Flávio, Fabrício Queiroz também teve o sigilo quebrado no período de 2007 a 2018. Além disso, segundo o jornal ‘O Globo’, a Justiça também autorizou a quebra do sigilo fiscal dos investigados, entre 2008 e 2018. De acordo com a decisão do juiz Flávio Nicolau, o afastamento do sigilo é "importante para a instrução do procedimento investigatório criminal" instaurado contra os investigados.
Ainda terão as informações bancárias investigadas a mulher de Flávio, Fernanda Bolsonaro, a empresa dela com Flávio, Bolsotini Chocolates e Café Ltda, as duas filhas de Queiroz, Nathalia e Evelyn, e a mulher do ex-assessor, Márcia.
Flávio Bolsonaro e Fabricio Queiroz são investigados pelo Ministério Público Estadual do Rio por conta de uma movimentação financeira atípica identificada pelo COAF. De acordo com relatório do órgão, os valores movimentados chegaram a R$ 1,2 milhão.
Fonte: João Paulo Machado/Agência do Rádio Mais