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quinta-feira, 29 de abril de 2021

Goiás já gastou R$ 1 bi com a pandemia

Os gastos de Goiás no combate à covid-19 já ultrapassam a marca de R$ 1,1 bilhão desde o início da pandemia no primeiro trimestre de 2020 até o dia 19 de abril deste ano. Do total empenhado, já foram efetivamente pagos a fornecedores R$ 943,5 milhões. Os dados foram apresentados no segundo Relatório Estratégico de Gastos com a Covid-19 produzido pelo Serviço de Informações Estratégicas da Secretaria de Controle Externo do Tribunal de Contas de Goiás (TCE-GO).

O boletim mostra a execução orçamentária e financeira dos gastos relacionados ao enfrentamento da doença e informações sobre as aquisições realizadas em função da pandemia. O universo de dados orçamentários e financeiros foi separado em dois blocos a fim de possibilitar a análise, distintamente, das aplicações dos recursos estaduais, sob a jurisdição do TCE-GO, e dos Federais, a cargo do Tribunal de Contas da União.

                                                                                                       Fonte: TCE-GO
Os valores são originários quase que na mesma proporção de recursos federais (R$ 573 milhões) e estaduais (R$ 560 milhões). O boletim também apresenta dados relativos à natureza das despesas realizadas, por destinação, com a relação das empresas dos beneficiários dos recursos. A maior parte foi destinada à contratação de leitos hospitalares.

As informações estão na seção Observatório do Cidadão, item Gastos com a Covid-19, por meio de painéis que possuem recursos de navegação e filtros que permitem chegar ao detalhamento dos dados.


sexta-feira, 16 de novembro de 2018

Partido de Bolsonaro abocanha quase R$ 1 bilhão de recursos públicos

Bolsonaro: discurso é uma coisa, prática é outra (F: Sérgio Lima/Poder360)
Jair Bolsonaro foi eleito com discurso moralizador quanto aos gastos públicos. Sua equipe, porém, comemora o fato de seu partido, o PSL, ter acesso, com o resultado das eleições, a um fundo partidário de quase R$ 1 bilhão. "Com o maior tempo de televisão e com fundo partidário que aproxima-se da cifra de R$ 1 bilhão, o partido sai da condição de nanico para assumir o papel de gigante no Congresso Nacional", diz nota divulgada pelo deputado estadual eleito e presidente do PSL no Paraná, Fernando Francischini.

“Muitos esperavam que assumisse um ministério com a eleição do Jair Bolsonaro. Sempre disse que a missão de eleger Bolsonaro nunca passou por qualquer acordo envolvendo cargos. Fomos eleitos justamente para fazer uma outra política, com seriedade e combate incansável à corrupção no governo. Vou representar todos os paranaenses na Assembleia buscando fortalecer o parlamento e melhorar, de alguma forma, a vida das pessoas”, disse Francischini.  

O deputado, na verdade, prefere ficar no Paraná não, necessariamente, para trabalhar pelo estado. Há anos Francischini tem a intenção de concorrer à prefeitura de Curitiba e só não disputou as últimas eleições devido ao massacre dos professores que promoveu como secretário de Segurança do ex-governador Beto Richa (PSDB). 

Também há quem diga, no mundo político, que o massacre é um dos motivos que levaram Bolsonaro a não convidar Francischini para cargo no governo federal.