Regiões do Lorena Park e do Moinho dos Ventos recebem novos projetos do Minha Casa Minha Vida

Perspectiva do Porto Boungainville (Divulgação)
Retomado em fevereiro de 2023, no início do terceiro mandato do presidente Lula, o programa Minha Casa Minha Vida terá dois novos empreendimentos nas regiões sudoeste e oeste de Goiânia. O primeiro deles é o Porto Bougainville, residencial com apartamentos de dois quartos, que será construído próximo ao Lorena Park, com fácil acesso ao Anel Viário. O projeto é direcionado para as famílias com renda  a partir de R$ 3.300, que poderão ter desconto de até R$ 55 mil em subsídios.  Serão 620 unidades desenvolvidas em duas etapas. O residencial fica perto do Hospital da Mulher e Maternidade Célia Câmara, do IFG - Campus Oeste, do Hospital Ruy Azeredo, do Plaza D’Oro Shopping e do Parque Bernardo Elis.

Segundo o CEO da Vila Brasil Engenharia, Flávio Mendes, responsável pelos empreendimentos, o local foi escolhido estrategicamente por ser uma região com alta demanda e poucos lançamentos. “A região vem se desenvolvendo bastante, tem uma alta demanda, mas até então tem um público não atendido”, observa Mendes. Ele lembra que o crescimento do local é rápido e a tendência é de que continue neste ritmo pelos próximos anos. “Inclusive, temos a previsão de mais três projetos para a região nos próximos três anos”, adiantou o gestor. 

Já o segundo empreendimento, o Porto Flamboyant, de acordo com Flávio Mendes, está em uma região em que não há mais disponibilidade de terrenos para construção de moradias. “Ele é a joia da coroa, que fica na Avenida São Luiz, na região do Moinho dos Ventos, do Santa Rita, uma região bem desenvolvida, um bairro tradicional, consolidado, pujante economicamente, com a avenida tomada de comércio, farmácias, empórios, mercados”, destaca ele. 

O produto, que oferecerá 400 unidades no total, é direcionado a famílias com renda a partir de R$ 4.400, incluídas nas faixas 2 e 3 do MCMV.  O CEO da Vila Brasil ressalta que o projeto vai desenvolver o último vazio urbano na região e terá um bom potencial de valorização. “O consumidor vai adquirir muito mais do que o direito à casa própria, vai conquistar patrimônio que valoriza”, enfatizou. 

Segundo estudo da Fundação João Pinheiro, a Região Metropolitana de Goiânia tem um déficit habitacional de mais de 100 mil moradias.