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quarta-feira, 23 de setembro de 2020

95 municípios podem ter segundo turno nas Eleições Municipais de 2020

95 municípios podem ter segundo turno
Municípios com mais de 200 mil habitantes podem ter 2º turno (F: Divulgação)
De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), 95 municípios com mais de 200 mil habitantes podem ter de promover um segundo turno de votação para escolher prefeitos e vice-prefeitos nas Eleições Municipais de 2020. Este ano, o pleito ocorre nos dias 15 e 29 de novembro, primeiro e segundo turno, respectivamente, por conta da pandemia da Covid-19. 

Segundo a Constituição, o segundo turno para a escolha de prefeito deve ocorrer quando nenhum dos candidatos conseguir, no primeiro turno, mais da metade dos votos válidos. Se isso ocorrer, os dois mais votados no primeiro turno vão à disputa no segundo. 

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Entre as capitais, 25 têm mais de 200 mil eleitores. A exceção é Palmas. Neste caso, ganha a eleição quem tiver mais votos. Não há pleito no Distrito Federal. O estado de São Paulo é o que tem o maior número de municípios com mais de 200 mil eleitores. São 28 cidades, ao todo. Em seguida, vem o Rio de Janeiro e Minas Gerais.

Desde as últimas eleições municipais, em 2016. mais três cidades entraram para o grupo de locais que podem ter segundo turno para prefeito e vice-prefeito: Ribeirão das Neves (MG), Paulista (PE) e Petrolina (PE). 

Fonte: Brasil 61

terça-feira, 22 de setembro de 2020

Pandemia leva a Globo a cancelar entrevistas em estúdio e a propor alteração na composição do debate de primeiro turno

Debates só serão realizados onde houver acordo para a participação dos quatro candidatos mais bem colocados em pesquisa eleitoral

debate na globo
De acordo com comunicado interno divulgado hoje pela direção de Jornalismo da Globo, com as restrições impostas pela pandemia, a Globo decidiu que só fará debates no primeiro turno das eleições municipais onde houver acordo entre os partidos para que apenas os quatro mais bem colocados candidatos na pesquisa eleitoral mais recente (Ibope ou DataFolha) participem dos debates. Pelos mesmos motivos, as entrevistas em estúdio com os candidatos também não serão feitas. 

Abaixo o comunicado com todos os detalhes, no qual a Globo garante uma cobertura das eleições ainda mais extensa que em anos anteriores, com assuntos temáticos, abordando com mais intensidade aqueles de maior interesse do público revelados por pesquisas:   

Comunicado

“Desde o início da Pandemia, a Globo tem se esforçado ao máximo para esclarecer o público sobre como evitar o contágio pelo coronavírus. Como prestam um serviço essencial, seus jornalistas não pararam de trabalhar, mas seguem um rígido protocolo para evitar ao máximo que adoeçam. 

No planejamento para cobrir as eleições municipais, acreditou-se que o país chegaria a outubro com taxas de contágio sob controle, o que, infelizmente, não ocorrerá. Há outro aspecto: o elevado número de candidatos a prefeito em quase todas as cidades, como Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte, para citar apenas três, com dez ou mais candidatos. Isso impõe grandes desafios.

Para se ter uma ideia, com dez candidatos, considerando que cada um possa ser acompanhado de apenas dois assessores (no passado esse número era superior a dez), haveria 30 pessoas ligadas às campanhas no estúdio num debate de primeiro turno. Acrescentando a equipe da Globo minimamente necessária para realizar o evento com qualidade, esse número supera 200 pessoas, incluindo jornalistas, câmeras, produtores, profissionais da sala de controle técnico, tecnologia, comunicação, operações e segurança (num debate normal, com plateia e convidados, é o dobro disso). Não há protocolo sanitário que garanta a saúde aos profissionais da Globo e aos candidatos. 

Além disso, a severidade da legislação eleitoral não permite que a Globo possa exigir que sejam cumpridas as medidas de precaução (realização de certo número de testes necessários anteriores ao debate, afastamento entre as campanhas no estúdio, respeito aos espaços delimitados pelos painéis de acrílico, posicionamento no estúdio, uso de máscara o tempo todo por assessores). Também não permite que o candidato seja impedido de participar do debate ou dele afastado caso não cumpra as medidas. Isso é grave. Recente ato oficial em Brasília mostrou que, mesmo medidas de precaução, como painéis de acrílico separando autoridades, uso de máscaras e presença limitada a um mínimo, não evitaram que um surto fosse atribuído ao evento. 

A alternativa de fazer um debate de forma remota não é possível. Os candidatos precisam ser tratados de forma equânime e ter as mesmas condições, e o público precisa perceber isso. Um candidato pode injustamente ser acusado de estar com ponto eletrônico, de estar recebendo ajuda de assessores, por exemplo. A transmissão pode cair num momento importante do debate, e a Globo ser injustamente acusada de ser a culpada ou, da mesma forma, e também de forma injusta, o candidato ou sua campanha serem acusados de terem provocado a interrupção para fugir de um momento difícil. 

Por tudo isso, a Globo decidiu que só fará debates no primeiro turno onde haja acordo entre os partidos para que apenas os quatro mais bem colocados candidatos na pesquisa eleitoral mais recente (Ibope ou DataFolha) participem dos debates. A Globo vai lutar por esse acordo. O debate de segundo turno permanece com a data prevista.  

Da mesma forma, as entrevistas em estúdio com os candidatos também não serão feitas. A característica dessas entrevistas é terem tempos iguais para todos e mesmo grau de dificuldade. São feitas em muitos dias consecutivos, com os candidatos sentados próximos dos entrevistadores e dos câmeras. E os candidatos comparecem a elas com assessores. É impossível conhecer o nível de exposição de candidatos ao vírus durante uma campanha. Não se pode garantir como interagem com os eleitores nas ruas. 

Os estúdios da Globo são ambientes altamente controlados para evitar contágio de seus profissionais. O risco de submeter suas equipes ao coronavírus por dias seguidos de contatos com candidatos em permanente exposição às ruas é muito alto. Pelas mesmas razões elencadas sobre debates, não é possível realizá-las de maneira remota. 

Essas medidas são válidas para todas as quatro emissoras Globo (Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte e Recife onde há eleições) e recomendadas a todas as suas afiliadas, que seguem o mesmo protocolo. 

Fora esses pontos, a Globo fará uma cobertura das eleições ainda mais extensa que em anos anteriores, com assuntos temáticos, abordando com mais intensidade aqueles de maior interesse do público revelados por pesquisas, esmiuçará os planos dos candidatos, a viabilidade deles e como pretendem alcançá-los, os pontos polêmicos de cada candidatura, ouvindo diariamente os candidatos sobre os temas abordados, mas de forma segura. E divulgará pesquisas eleitorais do Ibope e/ou DataFolha.

O jornalismo fará o que tem feito ao longo de toda essa pandemia: oferecer informação de qualidade, mas seguindo todos os protocolos sanitários. E precisa dar o exemplo. Não pode cobrar dos outros o que não faz para si”.

segunda-feira, 14 de setembro de 2020

TSE recebe mais de 100 pedidos de envio da Força Nacional para as eleições deste ano

Municípios do Maranhão lideram pedidos (Foto: Agência Brasil 61)

A dois meses do início das eleições municipais, a presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) já recebeu três solicitações de envio da Força Federal para 106 localidades no primeiro turno do pleito, que ocorrerá em 15 de novembro. O pedido de envio da Força Federal é feito pelos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs).

Municípios do Maranhão lideram as solicitações de reforço na segurança durante as eleições, com 98 pedidos de emprego da Força Federal. Segundo o TSE, os estados de Mato Grosso do Sul e Amazonas aparecem logo em seguida com a maior quantidade de cidades solicitando a Força Federal, com 5 e 3 pedidos, respectivamente. 

O TSE afirma que o  uso da Força Federal em uma eleição busca assegurar o livre exercício do voto, bem como estabelecer a normalidade da votação e da apuração dos resultados nos municípios em que a segurança pública necessita de reforço.

Paulo Oliveira, Agência Brasil 61

sexta-feira, 11 de setembro de 2020

Goiânia: Vanderlan em 1º; Adriana Accorsi e Maguito, empatados em 2º, revela nova pesquisa

O senador Vanderlan Cardoso (PSD), até poucos dias fora da disputa e ainda não confirmado como candidato, lidera pesquisa a prefeito de Goiânia, realizada pelo Instituto Diagnóstico e divulgada pelo Sistema Sagres nesta sexta-feira (11). O senador tem 16,8% das intenções de voto. Até o momento, porém, o candidato do partido é o deputado federal Francisco Júnior.

Adriana Accorsi (PT) é a segunda colocada com 11,5%; Maguito Vilela (MDB) é o terceiro com 10,9%, em empate técnico, já que a margem de erro que é de 3,9%. Em quarto lugar aparecem o deputado estadual Alysson Lima (Solidariedade) e o deputado federal Elias Vaz (PSB), com 5,0%; em quinto, Dra Cristina (PL) e Major Araújo (PSL), com 4,5%. O deputado estadual Virmondes Cruvinel, pré-candidato pelo Cidadania, aparece na sequência com 4,2%. O deputado estadual Talles Barreto (PSDB) tem 2,4%; e o deputado Eduardo Prado (DC), 1,8%.

Veja a reportagem completa e os outros cenários aqui.


quinta-feira, 10 de setembro de 2020

Deputado bolsonarista admite uso da "estrutura do governo" na candidatura à prefeitura de Goiânia

O deputado federal Zacharias Calil (DEM-GO), em excesso de franqueza, admitiu que usará a estrutura do governo de Goiás para se beneficiar frente aos adversários na corrida pela prefeitura de Goiânia. A declaração foi dada em entrevista à coluna Giro, do jornal O Popular, nesta quinta-feira. Aliado de primeira hora de Jair Bolsonaro e defensor da cloroquina e do vermífugo invermectina no tratamento da Covid-19 - ambos sem qualquer comprovação científica -, o médico é o pré-candidato do Democratas, partido do governador Ronaldo Caiado, à prefeitura.

"Quem não quer o apoio do governador e a estrutura do governo a seu favor?", pergunta Calil, cirurgião infantil que ficou mundialmente conhecido pelas cirurgias de separação de gêmeos siameses em Goiânia.

Vale lembrar que o uso da máquina pública para favorecer candidatos é crime, passível de cassação do possível mandato.

quarta-feira, 9 de setembro de 2020

Surpresa: Adriana Accorsi (PT) lidera corrida à prefeitura em Goiânia

pesquisa prefeitura de goiânia
Com a saída de Iris Rezende (MDB) da disputa pela reeleição, a deputada estadual Adriana Accorsi lidera a corrida à prefeitura de Goiânia, aponta pesquisa FoxMappin, realizada pelo jornal O Hoje. Com Maguito Vilela como candidato emedebista, Adriana aparece com 23% das intenções de voto e Maguito, com 20%.  O cenário é de empate técnico, já que a margem de erro do levantamento é de 3,5%.

Na sequência aparecem o deputado federal Francisco Júnior (PSD), com 10%; Major Araújo (PSL), com 7%; empatados com 6% Alysson Lima (Solidariedade) e EliasVaz (PSB); a professora Manu Jacob, do PSOL, com 4%; com 3% das intenções de voto: Talles Barreto (PSDB) e Virmondes Cruvinel (Cidadania). Aparecem com 2% na pesquisa os pré-candidatos: Drª Cristina (PL); Fábio Júnior (UP), Paulinho Graus (PDT) e Wilder Morais (PSC.) E com 1% figuram no levantamento: Charles Bento (PRTB); Eduardo Prado (PV); Felizberto Tavares (Podemos) e Maria Ester (Rede); 4% - Não sabiam / Não opinaram e 5% sinalizaram Voto Nulo. 

A reportagem completa, com outro cenário, você lê aqui.

sexta-feira, 5 de junho de 2020

Três capitais já têm monitoramento da presença de candidatos a prefeito nas mídias sociais

A plataforma de Big Data Analytics de marketing político MonitoraBR  lançou o projeto "Tour pelas Capitais Brasileiras", que realizará diversos estudos dos candidatos às prefeituras de todas as capitais do país.

A iniciativa, que conta como uma análise de 60 dias, tem como objetivo ser uma ferramenta para quem deseja entender melhor o cenário político eleitoral da sua região. O estudo mede a presença digital das marcas tendo em vista as vertentes de Redes Sociais, Web Analytics e conteúdos noticiosos, a partir da solução Zeeng Score.

Além disso, a ferramenta também analisa o ativo social, que consiste em verificar o volume total de fãs, seguidores e inscritos nos canais, o Share of voice, que mostra o volume total de publicações por candidato em cada rede social, e o Top Posts, que verifica os volumes de notícias e o engajamento por hora em todas as Redes Facebook, Twitter, Instagram e Youtube.

"Saber em quais canais os adversários estão mais ativos, a frequência em que divulgam conteúdos, os comentários dos eleitores, qual o impacto da campanha no cotidiano das pessoas e diversas outras questões são importantes para saber o rumo de cada passo a ser dado em ano de eleições. Porém, acompanhar tudo isso não é uma tarefa fácil. É por isso que o MonitoraBR concentra tudo em um mesmo local", comenta Eduardo Prange, CEO da Zeeng.

Todas as análises serão disponibilizadas no link http://monitorabr.com.br/blog/. No endereço, já é possível consultar o levantamento das cidades de Curitiba, Florianópolis e Porto Alegre.