Mostrando postagens com marcador eleições. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador eleições. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 14 de setembro de 2020

TSE recebe mais de 100 pedidos de envio da Força Nacional para as eleições deste ano

Municípios do Maranhão lideram pedidos (Foto: Agência Brasil 61)

A dois meses do início das eleições municipais, a presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) já recebeu três solicitações de envio da Força Federal para 106 localidades no primeiro turno do pleito, que ocorrerá em 15 de novembro. O pedido de envio da Força Federal é feito pelos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs).

Municípios do Maranhão lideram as solicitações de reforço na segurança durante as eleições, com 98 pedidos de emprego da Força Federal. Segundo o TSE, os estados de Mato Grosso do Sul e Amazonas aparecem logo em seguida com a maior quantidade de cidades solicitando a Força Federal, com 5 e 3 pedidos, respectivamente. 

O TSE afirma que o  uso da Força Federal em uma eleição busca assegurar o livre exercício do voto, bem como estabelecer a normalidade da votação e da apuração dos resultados nos municípios em que a segurança pública necessita de reforço.

Paulo Oliveira, Agência Brasil 61

quinta-feira, 10 de setembro de 2020

Deputado bolsonarista admite uso da "estrutura do governo" na candidatura à prefeitura de Goiânia

O deputado federal Zacharias Calil (DEM-GO), em excesso de franqueza, admitiu que usará a estrutura do governo de Goiás para se beneficiar frente aos adversários na corrida pela prefeitura de Goiânia. A declaração foi dada em entrevista à coluna Giro, do jornal O Popular, nesta quinta-feira. Aliado de primeira hora de Jair Bolsonaro e defensor da cloroquina e do vermífugo invermectina no tratamento da Covid-19 - ambos sem qualquer comprovação científica -, o médico é o pré-candidato do Democratas, partido do governador Ronaldo Caiado, à prefeitura.

"Quem não quer o apoio do governador e a estrutura do governo a seu favor?", pergunta Calil, cirurgião infantil que ficou mundialmente conhecido pelas cirurgias de separação de gêmeos siameses em Goiânia.

Vale lembrar que o uso da máquina pública para favorecer candidatos é crime, passível de cassação do possível mandato.

quarta-feira, 9 de setembro de 2020

Surpresa: Adriana Accorsi (PT) lidera corrida à prefeitura em Goiânia

pesquisa prefeitura de goiânia
Com a saída de Iris Rezende (MDB) da disputa pela reeleição, a deputada estadual Adriana Accorsi lidera a corrida à prefeitura de Goiânia, aponta pesquisa FoxMappin, realizada pelo jornal O Hoje. Com Maguito Vilela como candidato emedebista, Adriana aparece com 23% das intenções de voto e Maguito, com 20%.  O cenário é de empate técnico, já que a margem de erro do levantamento é de 3,5%.

Na sequência aparecem o deputado federal Francisco Júnior (PSD), com 10%; Major Araújo (PSL), com 7%; empatados com 6% Alysson Lima (Solidariedade) e EliasVaz (PSB); a professora Manu Jacob, do PSOL, com 4%; com 3% das intenções de voto: Talles Barreto (PSDB) e Virmondes Cruvinel (Cidadania). Aparecem com 2% na pesquisa os pré-candidatos: Drª Cristina (PL); Fábio Júnior (UP), Paulinho Graus (PDT) e Wilder Morais (PSC.) E com 1% figuram no levantamento: Charles Bento (PRTB); Eduardo Prado (PV); Felizberto Tavares (Podemos) e Maria Ester (Rede); 4% - Não sabiam / Não opinaram e 5% sinalizaram Voto Nulo. 

A reportagem completa, com outro cenário, você lê aqui.

sexta-feira, 5 de junho de 2020

Três capitais já têm monitoramento da presença de candidatos a prefeito nas mídias sociais

A plataforma de Big Data Analytics de marketing político MonitoraBR  lançou o projeto "Tour pelas Capitais Brasileiras", que realizará diversos estudos dos candidatos às prefeituras de todas as capitais do país.

A iniciativa, que conta como uma análise de 60 dias, tem como objetivo ser uma ferramenta para quem deseja entender melhor o cenário político eleitoral da sua região. O estudo mede a presença digital das marcas tendo em vista as vertentes de Redes Sociais, Web Analytics e conteúdos noticiosos, a partir da solução Zeeng Score.

Além disso, a ferramenta também analisa o ativo social, que consiste em verificar o volume total de fãs, seguidores e inscritos nos canais, o Share of voice, que mostra o volume total de publicações por candidato em cada rede social, e o Top Posts, que verifica os volumes de notícias e o engajamento por hora em todas as Redes Facebook, Twitter, Instagram e Youtube.

"Saber em quais canais os adversários estão mais ativos, a frequência em que divulgam conteúdos, os comentários dos eleitores, qual o impacto da campanha no cotidiano das pessoas e diversas outras questões são importantes para saber o rumo de cada passo a ser dado em ano de eleições. Porém, acompanhar tudo isso não é uma tarefa fácil. É por isso que o MonitoraBR concentra tudo em um mesmo local", comenta Eduardo Prange, CEO da Zeeng.

Todas as análises serão disponibilizadas no link http://monitorabr.com.br/blog/. No endereço, já é possível consultar o levantamento das cidades de Curitiba, Florianópolis e Porto Alegre.

quarta-feira, 10 de outubro de 2018

"Bolsonaro cagão" é o tema mais discutido no mundo no momento

A hashtag "bolsonaroCagao" é o assunto mais comentado no mundo no momento, de acordo com os Trending Topics do Twitter. Uma referência à "providencial" recomendação médica para que o candidato não participe dos debates do segundo turno. Eles fazem. A internet não perdoa.

Polícia paranaense identifica agressores de jovem com boné do MST por bolsonaristas

Delegado Cartaxo de Moura: investigação exemplar (F: Divulgação PC)
O delegado titular Luiz Alberto Cartaxo de Moura, da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) da Polícia Civil (PC) do Paraná, já identificou os agressores do jovem que foi atacado por eleitores de Bolsonaro (PSL) por usar uma camisa do cartunista Henfil e um boné do MST. De acordo com o policial, a corporação trabalha com três linhas de investigação: uma rixa simples de rua; violência característica de torcida organizada; e agressão por viés político. "Mas, hoje, não é possível dizer com exatidão qual dessas situações erá conclusiva.

Moura também afirmou não ver com "relevância" a situação, "salvo seja questão de torcida organizada". Para o delegado, é grave o caso se for relacionado a questões de futebol. A polarização política foi colocada em segundo plano pelo delegado. "Toda violência é tida como inaceitável, mas a que mais me preocupa é a que envolve torcida organizada", diz Moura.

Segundo relatos da PC, o jovem foi tentar interromper um início de briga e acabou agredido. A informação inicial é de que a agressão partiu de torcedores do Coritiba. "Essa questão política pode ter sido evidenciada por conta de uma frase que foi ouvida, de que os agressores teriam usado o nome de um dos candidatos, o candidato Bolsonaro", diz. "Isto será investigado intensamente e dentro da maior correção e da maior agilidade possível", garantiu.

quinta-feira, 4 de outubro de 2018

Aécio é o grande responsável pelo clima de agressividade e desrespeito às instituições no país

Aécio: ações pela instabilidade (F: Jefferson Rudy/Senado)
Era 30 de outubro de 2014. Apenas quatro dias após o segundo turno das eleições que deram a vitória a Dilma Roussef (PT) para um segundo mandato à frente da Presidência da República. Capitaneado pelo derrotado Aécio Neves, o PSDB cobrava do TSE uma auditoria no processo eleitoral devido a “desconfianças” apontadas nas redes sociais (!?) que colocavam “em dúvida desde o processo de votação até a totalização” da contagem dos votos. Irresponsavelmente, Aécio, por mero despeito, incitou seus eleitores a questionar as instituições, tendo como consequência o início de um processo de descrença na legalidade, que provocou resultados sombrios, como os que vemos hoje. Quase um ano depois, o PSDB, que realizou sua auditoria, concluía o óbvio: não houve fraude nas urnas nas eleições de 2014.

No início do ano passado, quando as idas e vindas no sentido de desestabilizar e derrubar o governo começaram a provocar resultados desastrosos para os próprios tucanos, Aécio, em um raro exercício de sinceridade, comentou com seu então amigo e financiador Joesley Batista que sua atuação havia sido apenas para dificultar a vida de Dilma, sem se preocupar com os resultados para o país. Lembra depois da eleição? Os filhas da puta sacanearam tanto a gente, vamos entrar com um negócio aí pra encher o saco deles também”, disse, em gravação flagrada pela Polícia Federal, sobre o pedido de cassação da chapa Dilma-Temer, outra contribuição para o caos.

Em setembro de 2017, uma pesquisa encomendada pelo aliado Democratas indicava que o PSDB era o partido mais impopular do país, com rejeição de 75%. Os artifícios político-jurídicos para livrar Aécio, flagrado pedindo R$ 2 milhões para Joesley Batista (em áudio e vídeo), da perda de mandato, pesaram. Os malabarismos retóricos para tentar convencer a população de que o Ministério Público, a Polícia Federal e o Judiciário agiram certo contra o PT e errado contra o PSDB também não convenceram.

A má-fé e irresponsabilidade tucanas, porém, já haviam provocado estragos difíceis de serem recuperados. A paranoia criada por Aécio contra a segurança das urnas serve, agora, para Jair Bolsonaro (PSL) afirmar – apesar de posterior recuo – que não aceitará resultado diferente de sua vitória. Para o candidato radical, elas funcionaram apenas para as suas eleições anteriores – e de seus três filhos. Nestas, elas não falharam.

Independentemente do providencial recuo de Bolsonaro, caso Fernando Haddad (PT) vença as eleições, como apontam as simulações de segundo turno de alguns institutos, lamentavelmente, a previsão é de uma nova onda de ataques à Justiça Eleitoral, incitação à desobediência civil e desestabilização do futuro governo.

Neste cenário, caberá a todos os demais partidos, especialmente os responsáveis pela derrubada de Dilma, um pacto pela estabilidade e governabilidade. Diferenças deverão ser deixadas de fora. O Brasil não aguenta mais instabilidade político-econômica. É o mínimo que poderão fazer após o mal que fizeram ao país.

Perfis falsos são responsáveis por 40% dos seguidores de candidatos, diz professor da FGV

Redes sociais decidirão as eleições no Brasil
*Por Arthur Igreja
Robôs são 65% da internet (F: Divulgação)
Na era da informação digital, a preocupação com as fake news, ou notícias falsas, cresce na mesma velocidade da tecnologia. Do domínio nas redes sociais à preocupação com a interferência nas eleições de 2018, o impacto na opinião pública é inegável. À medida em que o desenvolvimento avança, fica mais difícil controlar o problema, dado o surgimento de robôs cada vez mais inteligentes, que chegam mais longe em menos tempo.

Vivemos uma onda de desenvolvimento de algoritmos de inteligência artificial capazes de gerar fake news que pareçam aceitáveis, engajando humanos e aumentando o impacto. Isso tem crescido ainda mais na reta final para pleito eleitoral que acontecerá no próximo dia 7 de outubro. Estudos apontam que 40% dos perfis que seguem os presidenciáveis são falsos, o que indica que existe uma indústria de bots (robôs) por trás das campanhas. Dados reforçam que de todo o tráfego da internet, mais de 65% é operacionalizado por meio de bots.

Recentemente, foi publicada uma pesquisa sobre como estão sendo aplicadas as verbas publicitárias nas campanhas eleitorais. Chegou-se à conclusão de que o impulsionamento de postagens é 1,6% da verba eleitoral total. Isso é difícil de acreditar, já que existe muita informação sendo movimentada na darknet, onde não conseguimos medir.

Ou seja, as eleições brasileiras estão sendo movimentadas nas redes sociais pelos famosos bots que pulverizam informações muitas vezes falsas, criando fake news onde não serão possível controlá-las em razão do avanço da tecnologia. Além disso, as redes sociais podem influenciar em até 6% o resultados das eleições. O homem tem uma capacidade infinita de criar notícias falsas e acreditar piamente nelas como se fossem as salvadoras e a esperança para um mundo melhor.

*Arthur Igreja é professor da FGV, especialista em tecnologia e inovação. Masters em International Business pela Georgetown University (EUA), MBA pela ESADE (Espanha) e Mestrado Executivo em Gestão Empresarial pela FGV.

quarta-feira, 3 de outubro de 2018

Contra Haddad e Bolsonaro, grupo cria movimento #Alcirina - Alckmin, Ciro e Marina

Manifestantes protestam contra Bolsonaro em Curitiba (F: Paulo G. da Silva)
Um grupo ainda não identificado criou, na plataforma de petições online Change.org, um manifesto defendendo a união de Ciro Gomes (PDT), Alckmin (PSDB) e Marina Silva (Rede) contra a polarização entre Fernando Haddad (PT) e Jair Bolsonaro (PSL). No documento, que já conta com mais de 8 mil assinaturas, os autores alertam que "o Brasil caminha para um cenário de segundo turno no qual ninguém sairá vencedor. No momento de crise em que vivemos, não podemos arriscar ter o Brasil refém de governos que irão ampliar ainda mais a divisão e polarização do país".

O grupo pede a renúncia da candidatura de dois dos três candidatos em torno de um só, preferencialmente Ciro, por estar mais bem colocado nas pesquisas, mas deixando em aberto a decisão aos próprios candidatos.

"A surpreendente ascensão de Jair Bolsonaro é uma resposta à insatisfação com o rumo que o país tomou nos últimos anos em que foi administrado pelo PT: escândalos de corrupção, favorecimento de empresários amigos do partido e política econômica que levou o país a uma crise da qual ainda estamos nos recuperando. Se o descontentamento é justificado, a estratégia escolhida por muitos eleitores é equivocada e perigosa. Bolsonaro se fortalece através do mesmo artifício usado por João Santana nas últimas campanhas do PT: a criação de um personagem para salvar o Brasil, mas que não tem condições de conduzir a mudança esperada por muitos daqueles que hoje o apoiam", diz o manifesto. 

Você pode ler e assinar o documento clicando aqui.

Bolsonaro: "Não tem nada mais próximo do comunismo do que o meio militar"

Em entrevista ao Estadão, em 1999, o então deputado Jair Bolsonaro (PSL) se desmanchou em elogios ao presidente da Venezuela à época, Hugo Chávez. “Chávez é uma esperança para a América Latina e gostaria muito que essa filosofia chegasse ao Brasil”, disse o parlamentar. “Acho ele ímpar. Pretendo ir à Venezuela e tentar conhecê-lo", disse, em reprodução das declarações pela Veja.

Diz, ainda, a matéria:

"Questionado sobre o que achava de Chávez ser apoiado na época pelos comunistas, Bolsonaro afirmou: 'Ele não é anticomunista e eu também não sou. Na verdade, não tem nada mais próximo do comunismo do que o meio militar'. Ele também disse que o venezuelano remetia ao marechal Castelo Branco, Primeiro presidente do Brasil durante a ditadura militar, entre 1964 e 1967.

'Acho que ele [Chávez] vai fazer o que os militares fizeram no Brasil em 1964, com muito mais força. Só espero que a oposição não descambe para a guerrilha, como fez aqui´, afirmou".

O link da reportagem original é este aqui.

Após coagir funcionários, dono do Grupo Condor emite nota de esclarecimento em acordo com o MP

O presidente do Grupo Condor, Pedro Joanir Zonta, assinou, nesta terça-feira, um acordo com o MPT-PR para a divulgação de nota de esclarecimento sobre a carta encaminhada aos trabalhadores da rede de supermercados na última segunda-feira. Na ocasião, o Ministério Público entendeu que Zonta havia coagido funcionários a votar em Jair Bolsonaro (PSL) para presidente.

O documento já foi encaminhado, ao término da audiência, aos grupo de WhatsApp que receberam a carta. Na sequência, será também enviado para todos os trabalhadores que tenham acesso ao-mail institucional da rede de supermercados. Além disso, a carta deverá ser impressa e afixada junto aos sistemas de registro de ponto, em substituição à anterior.

Em até 48 horas, deverá ser publicado um texto, no site do Condor, com um extrato da nota pública do Ministério Público do Trabalho, assinada nesta segunda-feira pelo procurador-geral do Trabalho, Ronaldo Curado Fleury.

Em caso de descumprimento do acordo, o MPT estabeleceu multa diária de R$100 mil.

Leia a carta:

terça-feira, 2 de outubro de 2018

MP vai investigar possível coação de dono do Grupo Condor em favor de Bolsonaro

Zonta: suspeita de coação de funcionários (F: Divulgação)
O Ministério Público Eleitoral instaurou procedimento contra o Grupo Condor de supermercados para apurar possível constrangimento de funcionários. Objetivo é averiguar se presidente da empresa infringiu ofensa ao direito de escolha dos empregados

A media visa investigar o empresário Pedro Joanir Zonta, após a divulgação da “Carta aos Colaboradores do Grupo Condor”, na qual o empresário declara que vai votar em Bolsonaro e por quais razões.

A intenção do Ministério Público Eleitoral é aferir se as declarações constantes na carta podem, de alguma forma, constranger os funcionários do grupo. O voto universal, direto e secreto é um dos pilares da democracia brasileira. Assim, todos os eleitores devem ter a liberdade de escolher o candidato que melhor o representa.

Nas relações de trabalho existe o que, no direito, é chamado de “temor reverencial”, que consiste no receito de desagradar a certa pessoa de quem se é psicológica, social ou economicamente dependente. No caso dos empregados do Grupo Condor, existe a dependência econômica, pois seus salários são pagos por quem assinou a carta.

No entendimento da Procuradora Regional Eleitoral, Eloisa Helena Machado, a coação é clara, pois, numa época de desemprego exacerbado, o funcionário pode temer a perda de seu emprego, seja pelas rezões políticas expostas na carta, seja por retaliação do empregador, caso venha a saber que seu “pedido” não foi atendido. “Quando o dono de uma grande empresa divulga a seus funcionários em quem irá votar e, ao mesmo tempo, pede 'que confiem em mim e nele para colocar o Brasil no rumo certo', há clara ofensa ao direito de escolha desses empregados”, afirma a procuradora.

Além disso, será apurado também se o Grupo Condor está, de alguma forma, financiando a campanha eleitoral do candidato ao qual declarou apoio. O financiamento de campanhas eleitorais por pessoas jurídicas é vedada em nosso ordenamento jurídico.

Os empregados do Grupo Condor podem fazer denúncias sobre a situação na empresa pelos canais de atendimento do Ministério Público Federal (MPF): pelo e-mail do Núcleo de Atendimento ao Cidadão (prpr-nac@mpf.mp.br) ou pela sala de atendimento ao cidadão disponível no portal do MPF (www.mpf.mp.br/para-o-cidadao/sac).

(*) Com informações do MP Eleitoral

segunda-feira, 1 de outubro de 2018

#EleNão reúne mais de 600 mil tweets contra o candidato Jair Bolsonaro durante o fim de semana

No último sábado, 29/9, diversas cidades brasileiras receberam atos contra o candidato à presidência pelo PSL, Jair Bolsonaro. Além da forte presença de manifestantes nas ruas, a repercussão no twitter durante o fim de semana também foi grande. De acordo com a Scup, ferramenta de monitoramento de redes sociais do grupo Sprinklr, foram 684.770 tweets feitos com a hashtag #EleNão, com 70% dos posts feitos no sábado.


Os assuntos que mais se destacaram, de acordo com o monitoramento, foram machismo, racismo e homofobia.

O movimento da hashtag #EleNão foi iniciado a partir da mobilização de mulheres contra o candidato e ganhou força após o grupo fechado “Mulheres Contra Bolsonaro” no Facebook ser hackeado no sábado, 15/9, e ter seu nome modificado para “Mulheres Com Bolsonaro”. O primeiro monitoramento realizado pela Scup foi feito entre os dias 14 e 17 de setembro, e contabilizou mais de 90 mil menções sobre o assunto, com mais de um terço das menções relacionadas às atitudes machistas de Jair Bolsonaro.

Questões como saúde, corrupção, educação, segurança e preconceito contra indígenas também têm sido citados pelos usuários como motivo para não apoiarem o candidato conservador.

sexta-feira, 28 de setembro de 2018

STF autoriza Folha a entrevistar Lula

Por decisão do ministro Ricardo Lewandowski, a colunista Mônica Bergamo poderá entrevistar o ex-presidente Lula na prisão. A entrevista havia sido negada pela Justiça Federal de Curitiba.

No despacho, Lewandowski determina à Polícia Federal acesso dos jornalistas a Lula, inclusive com equipamentos de vídeo.

Veja a decisão:


quarta-feira, 26 de setembro de 2018

Manifesto #DemocraciaSim também sofre ataque de hackers

Assim como o grupo Mulheres Unidas Contra Bolsonaro no Facebook, o site que abriga o manifesto Democracia Sim também foi atacado por hackers bolsominions. De acordo com os organizadores da mobilização, ontem, o site ficou fora do ar por algumas horas, impedindo uma ação de compartilhamentos do manifesto nas redes sociais.

"A truculência e opção pelo uso de meios ilegais a fim de cercear o direito à manifestação cidadã apenas reforçam a profunda preocupação quanto ao risco que a chegada deste grupo ao poder representa às práticas e valores democráticos.

Os autores do ataque conseguiram atrasar por algumas horas o crescimento do movimento pela Democracia, mas não irão impedir que a voz da sociedade seja ouvida", diz nota distribuída pelo grupo.


"Nosso site já está de volta e hoje vamos levar a nossa mensagem a ainda mais pessoas. Neste momento de crise, a mobilização de todas e todos em defesa da democracia é nossa tarefa histórica.

Para isso, convidamos todos os signatários a se juntarem ao Compartilhaço #DemocraciaSim

Logo mais às 18h, faremos um compartilhamento conjunto em todas as redes sociais, convocando mais gente a assinar o manifesto e a se somar a esse movimento.

Pode ser no Twitter, no Instagram, no Snapchat, no Youtube, no Facebook ou no WhatsApp.

Passo a passo: 

1 - Poste uma foto, um texto ou um vídeo nas suas mídias sociais.
2 - Use a hashtag #DemocraciaSim, que pode casar bem com #EleNão
3 - Coloque o link do site do Manifesto: www.democraciasim.com.br
4 - Chame mais gente para assinar!"


(*) Com informações da assessoria de imprensa


terça-feira, 25 de setembro de 2018

Vídeos de suas próprias entrevistas desconstrói declarações "paz e amor" do Coiso

O Coiso, após ver sua rejeição disparar para quase metade do eleitorado, de acordo com as últimas pesquisas eleitorais, concedeu uma entrevista exclusiva à rádio Jovem Pan, direto do hospital em que está internado, em estilo paz e amor. Negou ser homofóbico, racista, machista ou intolerante. Mas, uma compilação de declarações do próprio Bozo desmente o candidato.

Em entrevistas concedidas ao longo dos últimos anos, o Coiso defende a tortura, o assassinato de "uns 30 mil, inclusive inocentes", o salário menor para as mulheres, agressões a homossexuais e vincula negros à promiscuidade.

Assista:




Mulheres encaram desafio e amplificam movimento #elenão; assista aos depoimentos

O movimento #elenão, que começou no Facebook, agora ganha as outras mídias sociais. Mulheres de todos os segmentos da sociedade estão gravando vídeos desafiando outras colegas a se posicionar contra o candidato líder nas pesquisas e convocando para a manifestação em favor da democracia que será realizada em todo o país no próximo sábado. Assista a alguns deles:





















segunda-feira, 24 de setembro de 2018

Grupo "Mulheres Unidas Contra Bolsonaro" chega aos 3 milhões de integrantes

Como era de se esperar, a invasão por hackers bolsominions ao grupo de mulheres contra o Mico no Facebook ampliou a visibilidade e, consequentemente, o interesse pelo movimento. Uma semana após a invasão, o grupo, que agora é secreto, atingiu, há minutos, três milhões de integrantes.

Além do grupo principal, dezenas de outros surgiram, alguns como reserva de segurança, outros simplesmente para ampliar a causa. Neles, surgiu uma grande mobilização internacional contra o Bozo, marcada para o próxima sábado, dia 29.

A mobilização, inclusive, parece estar mudando a história da eleição. No levantamento Ibope divulgado há pouco, pela primeira vez, Fernando Haddad (PT), potencial adversário do líder das pesquisas no segundo turno, aparece seis pontos à frente na simulação, fora da margem de erro. A rejeição do Coiso também aumentou e chega a quase metade do eleitorado, com 46%, um salto de quatro pontos em apenas seis dias.

Com o sentimento antiMico aumentando no país, aumentaram também os ataques de bolsominions contra adversários, especialmente, como era de se esperar, contra mulheres.

Aguardemos.

#elenão #elenao #elenunca

De Drauzio Varela a Glória Kalil, passando por Mano Brown, Manifesto Democracia Sim reúne pessoas de diversos segmentos contra o Coiso; assine também

O que Mano Brown, Guilherme Leal, Lilian Schwartz, Casagrande Jr., Celso Lafer, Claudia Costin, Drauzio Varela, Bela Gil, Milton Hatoum, Glória Kalil tem em comum?

Todos concordam que eleger Jair Bolsonaro coloca em risco a democracia brasileira e participam de um movimento  espontâneo que nasceu em meios digitais e está disponível para adesão no site
www.democraciasim.com.br
 
Em menos de 48 horas mais de 300 representantes de diversas áreas da sociedade civil, de conhecimento, atuação e  posições partidárias diferentes se unem em um único manifesto para reforçar a importância da democracia brasileira. E, mais que isso, para ressaltar que a democracia corre risco caso candidaturas que flertam com o autoritarismo, como a de Jair Bolsonaro, sejam eleitas.
 
A museóloga Beth Pessoa, o pesquisador Carlos Nobre, a atriz Cláudia Abreu, a cartunista Laerte, a socióloga Maria Alice Setubal, o engenheiro florestal Tasso Azevedo, o publicitário Washington Olivetto, o rapper Xis e o apresentador Zeca Camargo são algumas das pessoas que assinam o manifesto. Apesar das diferenças entre cada um, todos concordam que os 30 anos da democracia recente brasileira trouxe estabilidade, avanços sociais e melhoria da qualidade de vida da população.
 
O principal propósito é chamar atenção para o momento de crise política que o país passa, lembrando que é hora de avaliar as alternativas disponíveis e recusar as saídas que parecem mais simples e fáceis, com atrasos na área social.
 
Para assinar o documento e conferir as adesões até o momento acesse: www.democraciasim.com.br
 
Leia o manifesto aqui.


(*) Com informações da assessoria

Congresso em Foco publica fichas completas de candidatos à reeleição

Se você quer verificar a atuação de algum parlamentar que disputa a reeleição ou outro cargo nas eleições de outubro, o site Congresso em Foco publicou a ficha completa de cada um deles. Os nomes foram divididos por região e estado de origem. O levantamento traz as votações em temas importantes, como as reformas e as denúncias de corrupção contra Michel Temer.

Acesse o levantamento clicando aqui.